[Refrão]
4I
can't kill you
8All you de
serve to have
4I can't kill you
8All you de
serve to have
[Verso 1]
11Eu sempre fui cal
mo e paciente
9Nun
ca tive pressa
p'ra nada
11E o que
um dia foge
da gente
10Outro di
a regressa,
do nada
11Se não regressa é indi
ferente
10Já não interessa pa
ra nada
11A gente controla o so
frimento
8E
já não stressa
com nada
10Pala
vras perdem-se com
o vento
8Esquecem-se com
o tempo
9Preenchem-nos por um
momento
7Em promessas, de
nada
10Expressam os nossos sentimentos
10Mas às vezes o que não sen
timos
13Por
que real mente o que a gen
te sente
11A gente expres
sa quando
agimos
[Refrão]
4I
can't kill you
8All you de
serve to have
4I can't kill you
8All you de
serve to have
[Verso 2]
13Constru
íste em mim castelos de a
reia
8Mil sonhos, rubis, sa
fira
12Mesmo que
tivesses a falar verdade
11O fu
turo quis que fosse men
tira
11Rosas têm
espinhos que ninguém
tira
11E o amor
transforma-se em
prosa
11E
como eu já so
recordo a dor
11Então a dor torna-
se saborosa
13Já não sinto o sal, o sabor das lágrimas
9Já tive, já não vem ne
nhuma
20Eu queria virar esta
página, mas o meu livro só tem
uma
12Eu devia era ter morto os teus pais
10Bem
antes de tu teres nascido
12Ou devia ter furado
os meus olhos
12No dia
antes de te ter conhecido
12Mas esse teu
cheiro continuaria
10A atormentar
a minha alma
12Pois não me
tem deixado
nem por um dia
9Re
cuperar a minha calma
14Eu deveria ter coragem
para te matar
10Mas sei que não
consigo fazê-lo
12Ias deixar de me visitar nos sonhos
12Para estar
comigo nos pe
sadelos
12Este sofrimento
parece eterno
10Então mais vale matar-me aqui
12E pedir
para ir para o inferno
13Porque diz que no céu há anjos iguais a ti
[Refrão]
4I
can't kill you
8All you de
serve to have
4I can't kill you
8All you de
serve to have