[Intro]
5Da-
da-da-
da-da
4Yo, yo,
yo ,yo
5Da-da-
da-da-
da
5Da-da-
da-da-
da
[Verso 1]
10Não sei qual é o deus que tu re
zas
10Nem sobre o que te manifes
tas
22Deixa
o conhecimento entrar em ti como
o som de uma orques
tra
14Que to
ca melodias em plena sin
tonia
21A prá
tica iguala-se
à teoria pe
lo menos por
um dia
32Onde a bri
sa mais serena e
o furacão mais violento dançam entre si à luz
do conheci
mento
22Esquece o profa
no e o satíri
co o real e o impíri
co
20Esquece
tudo o que te rodeia e abre
o teu espí
rito
21Para
esta nova odissei
a cantos en
cantados como
sereias
12A
prende a co
nhecer o que
receias
11Tenta compreender o que
odeias
38E
talvez ai este
jas realmente prepa
rado pa
ra entrar neste novo mundo
que acaba agora de ser encon
trado
20En
tre as galá
xias mais distantes por entre
mares e de
sertos
19E quando lá chegares
vais ver que sempre estiveste tão
perto
17Faltava-te a
penas informação e conheci
mento
22Não te contentes em
ver as coisas por fora
tenta ver as coisas por
dentro
[Refrão]
14Porque eu
trago o quê?, eu movi
mento o quê?
11Tu já sabes, é o
conhecimento
19En
tão vê a for
ma que eu canto e que eu faço os meus versos
18Deixa que a mi
nha te eleve a um no
vo universo
14Porque eu
trago o quê?, eu movi
mento o quê?
11Tu já sabes, é o
conhecimento
19Então vê a for
ma que eu canto
e que eu faço os meus
versos
18Deixa que a mi
nha te eleve a um novo uni
verso
[Verso 2]
19Entre folhas e canetas palavras voam
como borboletas
14Trazendo a pri
mavera a este
planeta
12Floresce a a
flor do conheci
mento
29A medi
da que o ven
to sopra ao rit
mo de bati
das e rimas instru
mentos e bai
larinas
22Tornan
do qualquer beco e esquina no
anfiteatro desta
opera
21Falar
em todos o dialectos escrever
em todos os alfa
betos
8Tornar o longe mais
perto
10Abrir
o que não está a
berto
18Palavras são palavras cabe ao homem escreve-las
certo
19O discurso é directo ou indecifrável como có
digos
16Letras são a
notas neste universo meló
dico
17De linhas de
pautas encantadas como toques
de flautas
20Resulta como astronautas sobre uma população
exausta
19De criminosos e policias, reali
dades fictícias
18Ver
dades que não se
conhecem mentiras que são
noticia
17Com isso tudo eu respondo com a minha
perícia
21A musica
tornar-se-á imortal como na cultura
egipcia
18É a passagem po outro mundo como nunca
viste antes
19Mas eu mantenho-me
entretido
entre vogais e
consoantes
15Que
chocam entre si como esposas
e amantes
20Rasgam as
cores do silênci
o como o brilho de
diamantes
21Eu mantenho-
me disperso en
tre o sentimental e o contro
verso
20Eu te
nho o maior orgulho de
pertencer a este universo
14De ho
mens fugitivos livres
e criativos
17Res
peito os ide
ais criativos que não vem em
livros
[Refrão]
14Porque eu
trago o quê?, eu movi
mento o quê?
11Tu já sabes, é o
conhecimento
19En
tão vê a for
ma que eu canto e que eu faço os meus versos
18Deixa que a mi
nha te eleve a um no
vo universo
14Porque eu
trago o quê?, eu movi
mento o quê?
11Tu já sabes, é o
conhecimento
19Então vê a for
ma que eu canto
e que eu faço os meus
versos
18Deixa que a mi
nha te eleve a um novo uni
verso
[Verso 3]
19Entre
flet é a liberda
de então eu luto para
ser livre
18Preso
nesta socieda
de procuro o que nun
ca tive
18O som
deste rapaz em conflito com o que a vi
da lhe trás
15Que parte para a guerra mas
com os olhos na paz
19Projec
tando como catapul
tas palavras sabias e
cultas
22Tu
devias conhecer melhor
esse estilo de musica que in
sultas
18Viagens, imagens
e som em dife
rentes escalas
e tons
13Atitudes e mensagens dadivas
e dons
24Filósofos e profetas em voz
rascas como cer
tas e atitudes in
certas
25Para
respeitar esta forma de artes que se desenvolve em vari
as décadas
16É do beco mais escuro que es
ta o meu futuro
17Talvez um dia encontre tudo
aquilo que pro
curo
9Mas mesmo que eu não en
contre
10A minha musica faz a
ponte
23Entre
a minha sobrevivência
e o meu olhar
sobre o hori
zonte
22Pe
la poesia que
nunca foi dita, a rima que
nunca foi escrita
24Eu
abro o dicionári
o e faço amor
com a palavra mais bo
nita
[Refrão]
14Porque eu
trago o quê?, eu movi
mento o quê?
11Tu já sabes, é o
conhecimento
19En
tão vê a for
ma que eu canto e que eu faço os meus versos
18Deixa que a mi
nha te eleve a um no
vo universo
14Porque eu
trago o quê?, eu movi
mento o quê?
11Tu já sabes, é o
conhecimento
19Então vê a for
ma que eu canto
e que eu faço os meus
versos
18Deixa que a mi
nha te eleve a um novo uni
verso
[Outro]
9Ai a um novo uni
verso
1X-E-G
8A um novo uni
verso
7É o conhecimento