[Verso 1: Bónus & Valete]
15Linguagem obscena, p'ra quem
não sai do meu ca
minho
16Aqui no comando, sou
eu que traço o meu des
tino
15Real e genuí
no, ditador
da minha vida
17Consciente e
seguro, sou assim des
de a partida
15Vo
cês não são nin
guém para ditar
as minhas regras
12Eu faço o que vocês
fazem já fugi,
4não me pe
gas!
17Com essa falsidade perigosa como uma ba
la
16Tou-me a cagar para aquilo que a vossa
boca
2fala
15Es
cuta filho da puta, a minha alma
não é
3cor
rupta
14Só me per
tenço a mim, tenho autonomi
a
4abso
luta
18Não
quero interferências, não
sigo fucking tendên
cias
19A
quilo que vocês pensam em mim
nunca terá influên
cia
14Gente como tu faz o que toda a gen
te faz
12Frágil, sem per
sonalidade, inca
paz
17Motherfuckers, não me asse
melho à vossa espé
cie
16Cínicos cama
leões, nem a vossa mãe vos co
nhece
16Sou
sempre igual, seja famoso ou desconhe
cido
18Sempre a mesma cara pa
ra os amigos e
inimigos
17Toma
este aviso, come
ça a andar pe
los teus pés
13Porque se tu não foste o mesmo,
tu não és
[Refrão: Valete]
16É sempre o me'mo puro, verdadeiro
e genuíno
20Há uma vida para cada um
e a minha eu vivo sozinho
19Só vou fa
zer o que sinto,
'tou-me a cagar p'ó
que é suposto
13Um homem,
uma vida, u
ma voz, um rosto
16É
sempre o me'mo puro, verdadeiro e genuíno
20Há
uma vida para cada um
e a minha eu vivo sozinho
19Só vou fa
zer o que sinto, 'tou-me
a cagar p'ó que é suposto
13Um homem, uma vida, u
ma voz, um rosto
[Verso 2: Valete]
15Só consigo ser eu, sou alérgi
co a máscaras
19Eu não vou para onde eles vão só p'ra 'tar de
bem com as massas
16Mente soberana, auten
ticidade em
persona
19Eu 'tou sempre na margem, não
é o meio que me condi
ciona
16Independente, uma cara e a mesma
de sempre
17Se o
mundo é preto e cinzento, eu sou trans
parente
19Comporta
mento e sentimento em sintonia co
erente
19Dos iguais eu sou dife
rente por isso tu chamas-me
demente
20Lança-me no
manicómio e diagnostica mente abs
trata
16Não
me adapto a vocês que se fodam psiqui
atras
12Só me adapto a mim próprio,
eu sou
12Ontem, hoje e a
manhã topa,
eu sou
17Tu não me conheces pu
to, porque eu
não sou o que visto
10Eu sou o que
penso, o que faço
13O que
digo, o que es
crevo, o que sinto
18Nunca me minto, e à falsidade não peço au
xílio
22A verdade é
o meu fim, a verda
de é o meu meio p'ra a
tingi-lo
[Refrão: Valete]
16É sempre o me'mo puro, verdadeiro e genu
íno
20Há uma
vida para cada um
e a minha eu vivo so
zinho
19Só vou fa
zer o que sinto, 'tou-me
a cagar p'ó que é su
posto
13Um homem,
uma vida, uma voz, um
rosto
14O mesmo puro, verdadeiro e genu
íno
20Há
uma vida para cada um
e a minha eu vivo so
zinho
19Só vou fa
zer o que sinto,
'tou-me a cagar p'ó que é su
posto
13Um homem,
uma vida, uma voz, um
rosto
16É
sempre o me'mo puro, verdadeiro e genu
íno
20Há
uma vida para cada um
e a minha eu vivo so
zinho
19Só vou fa
zer o que sinto, 'tou-me
a cagar p'ó que é su
posto
13Um homem,
uma vida, uma voz, um
rosto
14O mesmo puro, verdadeiro e genu
íno
20Há
uma vida para cada um
e a minha eu vivo so
zinho
19Só vou fa
zer o que sinto, 'tou-me
a cagar p'ó que é su
posto
10Um homem, uma vida, uma voz
3Um
rosto