[Verso 1]
13Ser poeta
é ser mais alto,
é ser maior
12Do
que os homens! Morder
como quem beija!
12É ser mendigo e dar
como quem seja
12Rei do Reino de
Áquem e de Além Dor!
[Verso 2]
11É
ter de mil desejos
o esplendor
11E não sa
ber sequer que
se deseja!
12É ter cá dentro um astro
que flameja
10É ter garras e a
sas de condor!
[Verso 3]
13É ter fome, é ter
sede de Infi
nito!
13Por elmo, as manhas de oiro
e de cetim...
11É condensar o mundo num só
grito!
[Chave de Ouro]
12E
é amar-te, assim, perdida
mente...
13É se
res alma, e sangue, e vida em
mim
13E di
zê-lo cantando
a toda a
gente!
12E é amar-te, assim, perdida
mente...
13É se
res alma, e sangue, e vida em
mim
13E di
zê-lo cantando
a toda a
gente!
[Verso 1]
13Ser poeta
é ser mais alto,
é ser maior
12Do
que os homens! Morder
como quem beija!
12É ser mendigo e dar
como quem seja
12Rei do Reino de
Áquem e de Além Dor!
[Verso 2]
11É
ter de mil desejos
o esplendor
11E não sa
ber sequer que
se deseja!
12É ter cá dentro um astro
que flameja
10É ter garras e a
sas de condor!
[Chave de Ouro]
12E
é amar-te, assim, perdida
mente...
13É se
res alma, e sangue, e vida em
mim
13E di
zê-lo cantando
a toda a
gente!
12E é amar-te, assim, perdida
mente...
13É se
res alma, e sangue, e vida em
mim
13E di
zê-lo cantando
a toda a
gente!
12E é amar-te, assim, perdida
mente...
13É se
res alma, e sangue, e vida em
mim
13E di
zê-lo cantando
a toda a
gente!
12E é amar-te, assim, perdida
mente...
13É se
res alma, e sangue, e vida em
mim
13E di
zê-lo cantando
a toda a
gente!