Tim-maia Africa Mae Poema Musicado

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End rhyme Internal rhyme
7Viemos de um mundo
5Distante além
4Do alto mar
8Nos trouxeram sem permissão
6Tivemos que ficar
8Viemos de um navio
8Sem a mínima condição
7E aqui nos forçaram
7A trabalhar, meu irmão
5Mas eu insisto
5Pois eu existo
9Quero respeito, não abro mão
8E sem nos dar a mínima
4Ou estudar
9Para que jamais ficássemos
6Em condições igual
7Humilhação, maus tratos
8Surras, torturas sem igual
9Quase total externio
8De uma raça tão legal
15Capaz, inteligente e sobretudo bonita
8E os anos se passaram
6E foram passando
7E pouca coisa mudou
5Mas eu insisto
5Porque existo
9Quero respeito, não abro mão
7E pouca coisa mudou
4Pois o povo
12Que aqui foi trazido acorrentado
13Ainda continua preso a condições
11Ainda piores que no passado
4Escravidão
11Ainda é visível e constante
12O preconceito, firme e ambulante
5Mas eu insisto
5Eu não desisto
9Quero respeito, não abro mão
6Pois em toda parte
7O racismo existe
8E quando isso existe
8Fica tudo muito triste
9Pobre, verdadeiro e cruel
8E para que isto mude
11Cada um tem que fazer o seu papel
6Exigir respeito
5Andar direito
4Ser exemplar
6Levantar o peito
6Erguer a cabeça
6E ter confiança
6Formar lideranças
5Para conduzir
6Essa gente bela
5Sem esperanças
7Todas as aquarelas
7Juntas em uma só cor
10Agora essa casa é sua
9Esse prédio, essa rua
11Foi você quem construiu essa cidade
7Esse país é nosso
7Esse mundo é nosso
9Ele é meu e ele é seu
5É de todos nós
8De todas as raças, cores
9Credos, seitas e religiões
5Mas eu insisto
5Porque existo
9Quero respeito, não abro mão
8Temos que conviver juntos
7Ecumenicamente
10Pois agora somos todos irmãos