[Verso 1]
12Não queiras
mais de mim, o mundo já topou
13Não peças redenção da es
colha que passou
14Entraste em contramão, mos
trei-te o meu andar
12Seguiste sem olhar a
tua direção
13E agora vens fingir que
não foi bem assim
12Já sabes quanto és, não
queiras mais de mim
30E hoje se te pesa a consci
ência, a noção da persis
tência com que os
fracos querem mais
17Mascaras-te de Norte mas eu vejo-te
a ciência
17O desprezo, a indecência do que
deixas para trás
[Refrão]
13Tudo o que não quero,
sei o que mere
ço
12Sei o que não peço a
quem não pensou dar
13Eu não imploro para bem do meu umbi
go
15Não calo o
meu amigo para ganhar um
lugar
[Verso 2]
13Não
queiras mais de mim, não
tenho a solução
14Não vendas outra cara fingindo o
bom ladrão
15Silênci
os dizem tu
do e o que se
viu também
14Pisaste o
meu caminho sem pensar
em ninguém
27E ho
je vem a suja diligência, ab
surda ino
cência, impossível di
gerir
16Mascaras-
te de forte mas eu cheiro-te a fraqueza
17A pretensão, a incer
teza no que deixas
para colher
[Refrão]
13Tudo o que não quero,
sei o que mere
ço
12Sei o que não peço a
quem não pensou dar
13Eu não imploro para bem do meu umbi
go
15Não calo o
meu amigo para ganhar um
lugar