[Letra de “Fúria e Paz” com Tiago Bettencourt]
10Mi
nha fúria, minha paz, meu
bem
16Se não fiz
o que devia foi talvez por
que temia
7Não te sa
ber serenar
14A luta que
por dentro fazia
alimento
6Do mundo a
gritar
7Não me ouviste
chamar
7Do alto deste monte
7Tão
longe da men
tira
8Mas perto está o
dia
7A água desta
fonte
6Só nos
pode lavar
7A sombra não de
via
9Mas alto é o nosso
monte
8Bem onde o tempo
brilha
7Não me ouviste chamar
9Mas quando à noite vens
eu sei
8Que és minha, minha, mi
nha
11Mi
nha ausência,
minha luz,
eu sei
7Que nem sempre te
fiz bem
8Bem longe do que que
rias
7Não te soube en
contrar
7No fundo da mal
dade
7Puxar-te a ver
dade
7Pra poderes con
fiar
7Não me ouviste
chamar
7Do
alto deste
monte
7Tão longe da men
tira
8Mas
perto está o
dia
7A água desta fonte
6Só nos po
de lavar
9Mas quando à noite vens
eu sei
8Que és minha, minha, mi
nha
7Não me ouviste chamar
7Do
alto deste
monte
7Tão longe da men
tira
8Mas
perto está o
dia
7A água desta
fonte
6Só nos po
de lavar
7E quando à noi
te vens
6Eu sei que és mi
nha
10Minha, minha, minha, minha, minha