Teresa-cristina And Grupo Semente Coisas Do Mundo Minha Nega

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End rhyme Internal rhyme
8Hoje eu vim, minha nega
8Como venho quando posso
9Na boca as mesmas palavras
9No peito o mesmo remorso
16Nas mãos a mesma viola onde gravei o teu nome
16Nas mãos a mesma viola onde gravei o teu nome
10Venho do Samba há tempo, nega
6Vim parando por ai
17Primeiro achei Zé Fuleiro que me falou de doença
9Que a sorte nunca lhe chega
11Que está sem amor e sem dinheiro
16Perguntou se não dispunha de algum que pudesse dar
8Puxei então da viola
9Cantei um Samba para ele
8Foi um Samba sincopado
7Que zombou de seu azar
8Hoje eu vim, minha nega
9Andar contigo no espaço
8Tentar fazer em teus braços
8Um Samba puro de amor
17Sem melodia ou palavra para não perder o valor
17Sem melodia ou palavra para não perder o valor
10Depois encontrei seu Bento, nega
9Que bebeu a noite inteira
8Estirou-se na calçada
7Sem ter vontade qualquer
16Esqueceu do compromisso que assumiu com a mulher
8Não chegar de madrugada
8E não beber mais cachaça
8Ela fez até promessa
8Pagou e se arrependeu
17Cantei um Samba para ele que sorriu e adormeceu
8Hoje eu vim, minha nega
9Querendo aquele sorriso
9Que tu entregas para o céu
11Quando eu te aperto em meus braços
16Guarda bem minha viola, meu amor e meu cansaço
16Guarda bem minha viola, meu amor e meu cansaço
9Por fim achei um corpo, nega
8Iluminado ao redor
8Disseram que foi bobagem
7Um queria ser melhor
15Não foi amor nem dinheiro a causa da discussão
8Foi apenas um pandeiro
7Que depois ficou no chão
8Não tirei minha viola
9Parei, olhei, fui-me embora
16Ninguem compreenderia um Samba naquela hora
8Hoje eu vim, minha nega
8Sem saber nada da vida
9Querendo aprender contigo
7A forma de se viver
17As coisas estão no mundo só que eu preciso aprender
17As coisas estão no mundo só que eu preciso aprender
17As coisas estão no mundo só que eu preciso aprender