Stereossauro Cacilheiro

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[Verso 1: Carlos do Carmo]

12vai no mar da palha o cacilheiro
12Comboio de Lisboa sobre a água
13Cacilhas e seixal, montijo mais barreiro
14Pouco Tejo, pouco Tejo e muita mágoa
11Na ponte passam carros e turistas
13Iguais a todos que há no mundo inteiro
14Mas, embora mais caras, a ponte não tem vistas
12Como as dos peitoris do cacilheiro
[Refrão: Carlos do Carmo]

18Leva namorados, marujos, soldados e trabalhadores
17E parte dum cais que cheira a jornais, morangos e flores
6Regressa contente
6Levou muita gente
6E nunca se cansa
13Parece um barquinho lançado no Tejo
6Por uma criança
[Verso 2: Carlos do Carmo]

13Num carreirinho aberto pela espuma
12La vai o cacilheiro, Tejo à solta
15E as ruas de Lisboa, sem ter pressa nenhuma
13Tiraram um bilhete de ida e volta
11Alfama, Madragôa, bairro alto
10Tu cá-tu lá num barco de brincar
15Metade de Lisboa à espera do asfalto
11E já meia saudade a navegar

[Refrão: Carlos do Carmo]

18Leva namorados, marujos, soldados e trabalhadores
17E parte dum cais que cheira a jornais, morangos e flores
6Regressa contente
6Levou muita gente
6E nunca se cansa
13Parece um barquinho lançado no Tejo
6Por uma criança
[Pós-refrão: Carlos do Carmo]

13Se um dia o cacilheiro for embora
12Fica mais triste o coração da água
15E o povo de Lisboa dirá como quem chora
14Pouco Tejo, pouco Tejo, e muita mágoa
15E o povo de Lisboa dirá como quem chora
14Pouco Tejo, pouco Tejo, e muita mágoa