[Verso 1]
16Vida é uma
pirâmide, eu vejo e enten
do
15É unânime o beijo da sorte a um cren
te
16O meu â
nimo apaga e acen
de no crânio
10E a conta do
banco decente
19Meu pâ
nico é acabar em fren
te a uma porta no
topo
18Com
o money no bolso sem
ter dito nada de mim ao meu
povo
12Canção badalada, mas deram as
doze
16A
manhã de manhã, vira
amargo o que é
doce
19A
gora tu aprovei
ta, já foste tão pisado
lá em baixo
14Que agora
chegou a tua
hora de pisar
12Contrabaixo não é só um
instrumento
15Agora também podes vê-lo como um lifestyle
17Bas
ta praticar de
senrolando fios des
se novelo
11Vais entrar no baile, vais-
te fatigar
10Ninguém manda um tu
ga abaixo
15Como o próprio
tuga numa
espelunca nice
10Nós
alcançamos o to
po tuga
13E
ficámos a querer que ninguém
suba mais
15Nós que
começámos do chão, e lá aca
baremos
10Esquecemos dos alon
gamentos
12Ganhámos a ruga dos entes
pequenos
10E agora essa ru
ga vai-se
[Refrão]
14Deus nos ajude com as falhas na nossa visão
14E
guie quem sobe p'ra essa
divisão (Não é)
16Pois bem,
desse clube, eu assino a
minha rescisão
6Pa
gar essas contas
11não é cumprir a mi
nha missão (Não é)
[Verso 2]
14Yeah, todo aquele que atinge
o topo
13Me'mo que uma esfinge se aflige
igual
12Que o sol quando brilha, brilha
p'ra todos
12Tal co
mo calha a cama de hos
pital
13Tu olhas p'a cima, p'a
quem manda o
clima
13Mas se
o prédio 'tava na hori
zontal
17No final do dia, na me'
ma gravilha que tu
cais de cu
14Porque também és
animal, é tão funda
mental
17Lembrar que
é irracional, mandar abaixo
os outros
12Porque 'tás-te a sentir mal (
Boo-
boo)
14Tudo é
tão normal, há um ciclo vici
oso
8Também
pagas no final (Please)
[Refrão]
14Deus nos ajude com as falhas na nossa visão
14E
guie quem sobe p'ra essa
divisão (Não é)
16Pois bem,
desse clube, eu assino a
minha rescisão
6Pa
gar essas contas
11não é cumprir a mi
nha missão (Não é)