[Verso]
18É que eu
nasci à beira rio, hei de mor
rer à beira mar
18Se há comidana
mesa eu passoo di
a a trabalhar
19E um
diaeu hei de ser maior
e se p'ra sempre me lembrares
14Lembra-te dum puto sorriden
te a sublinhar
17Se é impos
sível pa' esses pussys vamos
possibilitar
14Até o impos
sível garan
tido se tornar
18A evolução da
espécie, tantas pe
ças a ordenar
17Tanto livro de história à espe
ra do teu lugar
12Meus pu
tos querem o mundo nunca me
nos
17Mesmo que
branco no entre
tanto cubra-me os ca
belos
11Moral pa' vir mandar a
baixo mu
ros
15Não cabemos
nem diminuímos so
nhos pa' caber
15Is
to é demasi
ado sumo pa' esses termos
12Call me Jota pontapé na por
ta grande
17Ri
am do puto len
to só que agora eu não a
brando
18Se ouvires o som do vento numa planície dis
tante
18São rappers aliviados
de eu não querer o que e
les têm
16Nem com os astros ali
nhados eu acabava
refém
17Porque eu
curto mais de abra
ços do que fotos com
alguém
16Eu não posso ser com
prado isto é tradição de Nach
18Isto nunca é
comparável a um pa
lhaço que entre
tém
10Isto é cada dor que eu
passo
8Se é
dor a cada
traço
17É por amor eu encontrei um es
paço tão transfor
mador
17Em cada som apenas vida dando vida a ca
da som
10Enquanto eles constroem
muros
15Ma
no eu mo
ralizo manos p'ós mandar
a baixo
12Ya,
é impossível encontrar
encaixe
13Ya, fé nessa merda desde o con
trabaixo
31Ya, depois de tanta dor e tanta cura já não há limite enquanto houver procura por
amor a mais
13E eu sei que Jota puto um
dia vais (Ya)
11Chegar mais
longe que os teus ances
trais
15Não
fui eu quem te perdoou tu já nas
ceste assim
18Assim
que o entenderes vais enten
der tudo o que atrais