14Fazendo cerca na Fazenda do Rosário
16Resto de toco velhomandado pelo vigário
13Meu cama rada, eu moroaquido lado
13O terrenoquetu cerca já tá cercado
13Nãoentendi a assertiva do compadre
8Se é lei chama o doutor
10Seémi lagrechama o padre
13Émuito simples, tuveja ali nafrente
15Tá vendo olaranjal , minha cerca pas sa rente
11Terequitem, ô pra cá você não vem
13Terequitem, que eu conserto a titambém
19Terequitem, ôpra cá você não vem, Te prego um prego também
12Que dia quente , tem feito muito calor
16Daqui há pouco, meu vizinho vê um disco voador
12Se vis se até pedia para descer
9Quem sabe se um marciano
8Consegue te escla recer
13Ó meucompadre, cê tá vendo assombração
14Cênum e ad vogado, cê num é ta beli ão
13Nem por isso eu deixei de fazer ojusto
10Se o sujeito en xerga torto
8O direito dá um susto
14Tucerca a terra, tu cerca a té o mundo
17Entãocerca tu a filha, toda noite aqui no fundo
8Pois teconto um segredo
7Cê não conta praninguém
8Andam vendotua mulher
8Com odono do armazém
14Maledicência, eu já tó acos tumado
15Até di zem que o se nhor é incapaci tado
13Eu tomo chuva, tomo ar puro de manhã
17Minha saúde é de ferro, pergunte pra sua irmã
15Nunca se está a salvo da falação alheia
16Eis que um tipo parvo vemfalar na minha oreia
13Marteloprego, tor niquete com serrote
16Acerca de homem cego , quem tem vista dá o mote
11Terequitem, ô pra cá você não vem
13Terequitem, queeu conserto a ti também
8(Te prego um prego também)
16Resto de toco velho
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13O terrenoque
13Nãoentendi a assertiva do com
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13Émuito simples, tuveja ali na
15Tá vendo o
11Tere
13Terequitem, que eu conserto a ti
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13Ó meu
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13Nem por isso eu deixei de fazer o
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16Eis que um tipo parvo vem
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