13O D. Sebastião foi para Alcácer-Quibir
13De lança na mão a inves tir a inves tir
17Com o cavalo atu lhado de livros de história
15E guitarras de fado para cantar vitória
13O D. Sebastiãojá tinha hipotecado
13Toda a na ção por dez reis de mel coado
13Para com prar soldados lanças armaduras
13Para com prar o "V" das vi tórias futuras
13O D. Sebas tião era um belo pedante
13Foi mandar vir para uma terra distante
13Pôs-sea discur sar: isto aqui é só meu
12Vamos lá tra balhar que quem manda sou eu
14Maso mouro é que conhecia o deserto
15De trás para diante e de longe e de perto
19Omouro é que sabia que o de serto queima e abrasa
11O mouro é que jogava em casa
13E o D. Sebastião levou tantasna pinha
14Que ao voltar cá (aí) encontrou a vizinha
16Espanhola senta da na cama deita da no trono
10E o país mudado dedono
13Eo D. Sebasti ão acabou na moirama
12Um bebé chorão sem regaçonem mama
10A beber a contar tim por tim tim
12A explicar a morrer sim masdevagar
13E apanhou tal dose do tal nevoeiro
16Que a tuberculose omandou pa ra o galheiro
12Fez-se um funeral com princesas e reis
12E etcetera e tal, Viva Portugal
13De lan
17Com o ca
15E guitar
13O D. Sebastião
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14Que ao voltar cá (aí) encontrou a vizinha
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10E o país mudado de
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12Um bebé chorão sem regaço
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16Que a tuberculose o
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12E etcetera e tal, Viva Portugal