11Cansados vão os corpos para casa
11Dos ritmos imitados doutra dança
6Anoite finge ser
14Ainda u ma criança de olhos na lua
4Com a sua
11Cegueira da razãoe do desejo
13A noiteé cega, as sombras de Lisboa
13São dacidade bran ca a escura face
8Lisboaé mãe solteira
13Amou como se fosse amais indefesa
3Princesa
12Que as trevas algum dia coroaram
12Não sei se dura sempreesse teu beijo
12Ou apenas o que resta desta noite
7O vento, enfim, parou
5Jámal o ve jo
6Por sobre o Tejo
7E já tudo pode ser
9Tudo aquilo que parece
9Na Lisbo a que amanhece
13OTejo que reflecte o dia à sol ta
13À noite é prisioneiro dos olhares
7Ao Caisdos Miradoiros
12Vão chegandodos bares os navegantes
3Amantes
13Das teias que o amor e o fumo tecem
13E o Necas quejulgou que era cantora
12Queas dádi vas da noite são eternas
8Mal chega a madrugada
13Tem que rapar as per nas para que o dia
3Nãotraia
12Dietrichesque não fo ram nem Marlénes
11Em sonhos, é sabido, não se mor re
13Aliás essa é a Única vantagem
8De após o vão trabalho
13O povo ir de viagem ao sonofundo
3Fecundo
13Emglórias e terrores e a venturas
12Eai de quem acor da estremunhado
14Espreitan do pela fresta a ver se é dia
9E as simples ansi edades
13Ditam sen tenças fri amente ao ouvido
3Ruído
14Que a noite se acostuma e transfi gura
9Na Lisboa que amanhece
11Dos ritmos i
6A
14A
4Com a sua
11Cegueira da razão
13A noite
13São da
8Lisboa
13Amou como se fosse a
3Princesa
12Que as trevas algum di
12Não sei se dura sempre
12Ou apenas o que resta des
7O vento, enfim, pa
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6
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13À noite é prisionei
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13O povo ir de viagem ao sono
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9Na Lisboa que ama