Sergio-godinho Baralho De Cartas

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End rhyme Internal rhyme
11Quando o teu corpo oscila no meu
12Quando é já carne o que era só céu
12Quandooamor se entregadurante
11E o teu suor é meunum instante
10Eu planto as palmas nos teus quadris
12A morte é menos do que eu sempre quis
11Eu pouso as mãos no teu abandono
12Depois das horas há de haver o sono
10Baralho as cartas com que jogar
11Encontro o amor em qualquer lugar
11Em qualquer poiso pouso a cabeça
13Seja assim tudo o que eu mais mereça
10Baralho as cartas com que jogar
11Encontro o amor em qualquer lugar
11Em qualquer poiso pouso a cabeça
13Seja assim tudo o que eu mais mereça
9Subi às nuvens no teu prazer
10Desci à terra ao amanhecer
13Eu bem dizia que ia haver um dantes
13Em que o amor pára em terras distantes
12Quando as tuas ancas suspendem assim
10Eu vou ainda de onde já vim
12Por entre as ondas do calor de verão
12O teu coração e o teu peito na mão
12Baralho as cartas, sei que escolho bem
11Talvez por sorte ou por tacto também
14Quando me engano regresso ao início
12Estaco na berma do precipício
12Baralho as cartas, sei que escolho bem
11Talvez por sorte ou por tacto também
14Quando me engano regresso ao início
12Estaco na berma do precipício