Sergio-godinho Antes O Poco Da Morte

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8Como no poço da morte
8Como no poço da morte
11A gente roda e gira e gira
7A gente joga tudo
9A gente arrisca a vida
8A gente roda e gira
9Rumo à terra prometida
7E quando lá chegamos
10Já a encontramos revolvida
10A terra que sempre se desejou
10E que se deixa de reconhecer
11No dia em que se vai p'ra lá morar
9Mas como se costuma dizer
3Tem que ser
6Porque parar, nunca!
5Ficar parado?
8Antes o poço da morte
4Que tal sorte
8Como no poço da morte
8Como no poço da morte
10A gente roda e nos ouvidos
12Os motores vão formando melodias
8Cantadas logo em coro
8P’ra conjurar avarias
9Que os motores nunca falhem
9Que esta vida são dois dias
10São viras e são rocks e são hinos
11Que a gente deixa de saber de cor
12No instante que se acaba de cantar
9Mas como se costuma dizer
3Tem que ser
6Porque parar, nunca!
5Ficar parado?
8Antes o poço da morte
4Que tal sorte
8Como no poço da morte
8Como no poço da morte
12A gente gira contra ventos e marés
9E tempestades e tornados
8Como os miúdos teimam
7Em ficar acordados
8E lutam contra o sono
9Com os olhos arregalados
11Assim nós também p'ra lá da fadiga
11Giramos acordamos e dizemos:
11Eu tenho a morte toda p'ra dormir
9Mas como se costuma dizer
3Tem que ser
6Porque parar, nunca
5Ficar parado?
8Antes o poço da morte
5Que tal a sorte
8Como o poço da morte
8Como o poço da morte
14A gente roda e gira e queima o tempo
13E queima gasolina e queima etapas
8A gente puxa o brilho
9Aos motociclos e nas chapas
7Reluzem nossos fatos
8Nossas botas, nossas capas
13E com a certeza já de estontearmos
11Ligamos os motores um dia mais
11E vai de roda e gira sem parar
9Mas como se costuma dizer
3Tem que ser
6Porque parar, nunca
5Ficar parado?
8Antes o poço da morte
4Que tal sorte