Sergio-godinho A Vida Sobresselente

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End rhyme Internal rhyme
11Mulher famosa na imprensa rosa
10Revistada permanentemente
10Encontrou vida sobresselente
13Nas imediações da vida verdadeira
9Dessa maneira adormeceu
12Pensando estaraindaacordada
15Que nada faziaprever um novo pesadelo
15Arrumados que estavamo fogo e o gelo
5Voltou das ilhas
5Tomou pastilhas
11P'ra ligar a alguém é já tão tarde
11Então furtivas, entrou, vê víboras
11Entre os vidros duplos da janelas
12Nelas tem desenhada a sua cara
9Ó cara amiga, quem és tu?
5Ruge ou foge
12Mas fica diz o desamor ao cansaço
16E nele acende o sono de um longo abraço
10Chega a casa e da janela
9crescer um pouco a lua
9Despe a roupa quase dele
8É muito tarde p'ra ligar
7Veste roupa p'ra dormir
5Enfim da sua
6Durante as obras
13Talvez que cobras tenham subido p'los canos
11E por entre os panos do edredom
11Bem de mansinho tenham feito ninhos
12E o som do estalar dos ovos seja
10Em sonhos o que enfim deseja
9E agora acordam cobras
12Taparam por certo todas as entradas
5Depois das obras
13E guincham já baixinho de emparedadas
5(E venenosas)
10Acorda cedo, não teve medo
13Do bom sono da manhã até se por de
17Ir à cozinha, e descobrir a porta toda aberta
13Oferta dos ainda patrocinadores
12E admiradores dali a espreitar
16E deita a seus pés um mandato de busca matinal
15Estar vestida ou despida é agora igual
15Estar vestida ou despida é agora igual
15Estar vestida ou despida é agora igual
10Chega a casa e da janela
9crescer um pouco a lua
9Despe a roupa quase dele
8É muito tarde p'ra ligar
7Veste roupa p'ra dormir
5Enfim da sua