12Se o mundo dá tantas voltas em redor
12Nas estrelas, Nos espaços encobertos
11Não sei como não te soltasmeu amor
13E vens cairnos meus bra ços sempre abertos
11Não sei como não te soltasmeu amor
13E vens cairnos meus bra ços sempre abertos
13Tu ésassim co mo o vento nas nortadas
13Com as mesmas incons tâncias esquisitas
14Tenho-te ao pé um momen to, um quase nada
14Depois vejo-te a dis tâncias infinitas
14Tenho-te ao pé um momen to, um quase nada
14Depois vejo-te a dis tâncias infinitas
13És mais leve quea poei ra que há no ar
14És mais fi na que a poalha em re moinho
12Que poisasobre a ro seira p'rá manchar
13E depois o ven to espalha p’lo caminho
12Que poisasobre a ro seira p'rá manchar
13E depois o ven to espalha p’lo caminho
13Se não te prendes rendido é tua norma
14Dizes e fico a pensar aover-te ausente
13Que andando tu des prendido dessa forma
13Eu te não possa agarrar eternamen te
13Que andando tu des prendido dessa forma
13Eu te não possa agarrar eternamente
12Nas es
11Não sei como não te soltas
13E vens cair
11Não sei como não te soltas
13E vens cair
13Tu és
13Com as mes
14Tenho-
14Depois ve
14Tenho-
14Depois ve
13És mais leve que
14
12Que poisa
13E de
12Que poisa
13E de
13Se não te prendes rendido é tua norma
14Dizes e fico a pensar ao
13Que an
13Eu te não possa agarrar e
13Que an
13Eu te não possa agarrar eternamente