Sara-correia Que Da Voz Te Nascam Pombas

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End rhyme Internal rhyme
10Dizem que o meu fado é triste
9Mão vazia desencontrada
10Triste adeus este que existe
8No beijo que não pediste
8Tua voz amortalhada
9Coração parou de espanto
8Por outrem despedaçado
8Foi no cais onde me viste
10Contra o chão de peito em riste
10Dizem que é triste o meu fado
10Dizem que é triste o meu fado
10Que da tua voz te nasçam pombas
9Cresça luz onde houver sombras
9Pode ser alegre ou triste
9O teu fado em mim resiste
10Que da tua voz te nasçam pombas
10Dizem que é triste o meu fado
9Na distância do teu beijo
9Na dor de um quatro fechado
9Um quarto ainda lembrado
8Do teu corpo que não vejo
7Barco que levas meus ais
8Num balanço de ternura
7Olhos que não voltam mais
8Meu fado para onde vais
9Deixa em mim esta loucura
9Deixa em mim esta loucura
8Que da voz te nasçam pombas
9Cresça luz onde houver sombras
9Pode ser alegre ou triste
9O teu fado em mim resiste
8Que da voz te nasçam pombas
9Do Amor nunca te esqueças
9Cresça luz onde houver sombras
9Pode ser alegre ou triste
9O teu fado em mim resiste
8Que da voz te nasçam pombas