Sara-correia Lisboa E O Tejo

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1]

11Lisboa também tem um namorado
10E também tem ciúmes, como nós
12Lisboa, quando sofre canta o fado
11Com um soluço triste em sua voz
[Verso 2]

12Lisboa é namorada delicada
12Vaidosa e orgulhosa de assim ser
12Lisboa fica às vezes amuada
13Se o seu amor, amor não lhe oferecer
[Refrão]

14Chama-lhe marinheiro, fala dele na rua
12E sente ciúme dos olhos da lua
13Chama-lhe marinheiro sem rumo nem rota
14Sempre atrás das asas de alguma gaivota
13Ele numa onda atira-lhe um beijo
13E assim namoram, Lisboa e o Tejo
[Verso 3]

12Lisboa tem arrufos com o namoro
12Se o vê fazer olhinhos às estrelas
12E então vai mirá-lo ao miradouro
10Que não vá o diabo tecê-las

[Verso 4]

12Lisboa, quando desce uma colina
13P’ra namorar com ele toda se enfeita
11Lisboa veste saia de varina
13Para ouvir os piropos que ele deita
[Refrão]

14Chama-lhe marinheiro, fala dele na rua
12E sente ciúme dos olhos da lua
13Chama-lhe marinheiro sem rumo nem rota
14Sempre atrás das asas de alguma gaivota
13Ele numa onda atira-lhe um beijo
13E assim namoram, Lisboa e o Tejo
[Refrão]

14Chama-lhe marinheiro, fala dele na rua
12E sente ciúme dos olhos da lua
13Chama-lhe marinheiro sem rumo nem rota
14Sempre atrás das asas de alguma gaivota
13Ele numa onda atira-lhe um beijo
13E assim namoram, Lisboa e o Tejo