[Verso 1]
11Lisboa também tem um namo
rado
10E tam
bém tem ciúmes, co
mo nós
12Lisboa, quando
sofre canta o
fado
11Com um so
luço triste em su
a voz
[Verso 2]
12Lisboa é namora
da delicada
12Vaidosa e orgulho
sa de assim ser
12Lisboa fica às ve
zes amuada
13Se o seu amor, amor não
lhe oferecer
[Refrão]
14Chama-lhe
marinheiro, fala dele na
rua
12E sente
ciúme dos olhos da
lua
13Chama-lhe mari
nheiro sem rumo nem
rota
14Sempre atrás das asas de alguma gai
vota
13Ele numa onda atira-lhe um bei
jo
13E assim namoram, Lisboa e o Te
jo
[Verso 3]
12Lisboa tem arrufos
com o namoro
12Se o vê fazer
olhinhos às
estrelas
12E en
tão vai mirá-lo
ao miradouro
10Que não vá o diabo
tecê-las
[Verso 4]
12Lisboa, quando desce uma co
lina
13P’ra namorar com ele toda se en
feita
11Lisboa veste saia de va
rina
13Para ouvir os piropos que ele
deita
[Refrão]
14Chama-lhe
marinheiro, fala dele na
rua
12E sente
ciúme dos olhos da
lua
13Chama-lhe mari
nheiro sem rumo nem
rota
14Sempre atrás das asas de alguma gai
vota
13Ele numa onda atira-lhe um bei
jo
13E assim namoram, Lisboa e o Te
jo
[Refrão]
14Chama-lhe
marinheiro, fala dele na
rua
12E sente
ciúme dos olhos da
lua
13Chama-lhe mari
nheiro sem rumo nem
rota
14Sempre atrás das asas de alguma gai
vota
13Ele numa onda atira-lhe um bei
jo
13E assim namoram, Lisboa e o Te
jo