[Intro: Sabotage]
7Tudo bom? Na paz, voltei
13Nem vem com perreco, quem tre
me, nada além
[Verso 1: Sabotage]
12As ruas, pra responsa,
quem quer, alcança
8É, tem que
lutar, vamos lá
14Essa eu vou ver, envolve
logo o meu no
me
12Sou zona
sul, sou programado pra mor
rer
13Sei que é comum
levar alguns tombos, va
mos
13Nada como um bom rap
no morro, que
louco
14Não vou
deixar a tristeza subir pra
cabeça
10Tô nessas, vou comandan
do o som
15Por onde eu passo, enfim, já sofri, não
desisti
11Na fé de Deus,
eu vou seguin
do forte
14Quem me conhece bem, sabe: só falo
o que sei
9Na
quelas de quem sem
pre age
5(Não é
viagem)
13Cultura cresce, assim, o
compromisso diz:
8O rap fará mais
requinte
16Pedindo paz do pai pro po
vo, não quero ver de
novo
11Famí
lias rivais, armas de
fogo
18Maloca
é favela (A
ham), muitos quer ser dono dela (
É)
8Ambos, juntos, a desprezam
9Ter um bom lar é mosca
branca
15Se marcar, vão dizer que você só sabe re
clamar
12Nada mudou, por aqui, ganso
ouvinte
16Zé Povinho, salve-se,
um passo em falso é o fim
9Ninguém resolve teu
problema
17É ób
vio que o sistema é
cruel (Tem gos
to de fel)
[Refrão: Helião & Sandrão, Sabotage]
7Mas é a zi
ca, então
13Só pra valorizar nossa cultu
ra, ladrão
11Segura, irmão, é a pu
ra visão
5Um, dois, três, quatro
13Chega como eu fiz e seja res
peitado
7Mas é a zi
ca, então
13Só pra valorizar nossa cultura, ladrão
11Segura, ir
mão, é a pu
ra visão
5Um, dois, três, quatro
13Chega como
eu fiz e seja respeitado
5(
Mas é a zica)
[Verso 2: Sabotage]
13É
por aí,
bem assim, um time, zona
sul
9Rap cresce, faz parte do time
16Aqui
no Brooklin, sigo e sou e vou se
guir feliz
17Me a
costumei, só vou dormir depois de um
do verdinho
16Vai
vendo, o vizinho, Zé Povinho, im
provisando
18Pra quê? Recebe, sei que não dorme, reage, não
se esconde
10Está presente, li
vre pra seguir
9Resistente, li
so e sempre
,
7seja sem
pre humilde
6Deve
mos ser assim
,
9a esquina é
delirante
19Eu vi o
homem que não dorme, um cara que ati
ra e some
11Vê lobi
somem, destrói
até o fim
9Vacilou, ou! Can
tou pra subir
13É o mundo cão,
só decepção,
esta vida
15Favela, nossa opção é
só se ter malícia
13Talvez, um desas
tre, o peso
da maldade
17Não posso viajar, nem me
esquecer da realidade
18Na calma,
ligue o rádio, de casa ou, então, do car
ro
14Em questão de tempo,
o rap irá te envolver
13Terá a atitude ca
paz de entender
16Mais vale aquele homem que honra sua
virtude
15Senhor, tô sem
pre vivo, no sapatinho,
vou longe
12Não
preciso de capataz, dou
meu sangue
16Mi
nha mãe se foi, meus
filhos vêm, cresceram no vene
no
7No Morro do Pi
olho
,
7a
deus, Xambau, More
no
12Não novo,
minhas coisas, se tumul
tua
13Você me fez lembrar: Não posso marcar
touca
15Só
vou pro ar
rebento se
for mesmo fita
boa
14Nossa, em cana ainda vai, mas jaz, é
roça
14Pela central
de Santo Amaro, Brook
lin-Sul
13Crianças
pedem pelos bairros, de um por um
21E nunca esquece, quando se
cresce, tipo o que o Bang me di
zia
16Ardente é de repente, é envolvente o
clima
11O rap no local, é
caos, é
normal
12Quem paga um pau, quem tumultua
geral
8O magistral firmou
no rap,
8meus
pivete' se diverte
16Reparo o jeito deles quando ouço um som
do Rex
14Esquece,
é bom, tipo no Canão,
rap é o som
20É, jão, domina as fes
ta', treme o
chão, diverte e dá dinheiro
16Fazendo só cul
tura, semeando o som das
ruas
26Pode crer, é nós na ativa e
continua (
Continua, continua, conti
nua)
[Refrão: Helião & Sandrão, Sabotage]
8Ah, mas é a zi
ca, então
13Só pra valorizar nossa cultu
ra, ladrão
11Segura, irmão, é a pu
ra visão
5Um, dois, três, quatro
13Chega como eu fiz e seja res
peitado
7Mas é a zi
ca, então
13Só pra valorizar nossa cultura, ladrão
11Segura, irmão, é a pu
ra visão
5Um, dois, três, quatro