14Fui à inspec ção ao quartel de infan taria
15Estava no edital da jun ta de freguesia
16Depois de inspecciona do deram-me uma guia
15Com um carimbo chapado di zendo que servia
15Aindaargumen tei e disse que não ouvia
14Não regulava bem e que tinha miopia
14O capitão mirou-me no seu ar de comando
16E o sargento mandou-me um sor riso de malandro
13Do bolso tirou a ve lha máquina zero
14Etugindo go zou pró ano cá te espero
11Eu não quero ir à má quina zero
11Eu não quero ir à má quina zero
14Umdia na re cruta fui limpar a latrina
16O rancho veio-me à boca e faltei à faxina
14O sar gento de dia não me deixou impune
15Levou-me àcompanhi a e aplicou-me o rdm
15Aquinada se aprende odeio espingardas
16Não fui feito para is to e tenho horror a fardas
11Eu não que ro ir à máquina zero
11Eu não que ro ir à máquina zero
13Não me façam guerreiro eu nunca fui audaz
14Sou um gajo porreiro só quero viver em paz
11Eu não que ro ir á máquina zero
11Eu não que ro ir à máquina zero
14Nunca fizini migos em nenhum continente
15Não di vidam o mundo em leste e ocidente
14Pactos e alianças são um bom remédio
17Para en treter mare chais e lhes combater o tédio
14Pactos e alianças são um bom remédio
17Para en treter mare chais e lhes combater o tédio
11Eu não quero ir àmáquina zero
11Eu não quero ir à máquina zero
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15Ainda
14Não regulava bem e que tinha mio
14O capitão mi
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