17Num banco de névoas calmas quero ficar enterrado
16Num casebre de bambú na minha esteira deitado
15A fumar um narguilé até que passe a monção
16Enquanto a chu va derrama a su a triste canção
15Seique tenho de par tir logo que suba a ma ré
16Mas até ela subir volto a encher o narguilé
17Meu capitão já é hora de partir e levantar ferro
17Não me quero ir embora diga que foi ao meu enterro
17Deixem-me ficar deitado a ou vir a chu va a cair
19Queainda es tou acordado só tenho a alma a dormir
16Como a fo lha de bambú a des lizar na corrente
18Apenas presa ao mundo por umfio de água morrente
17Nos arrozais morre a chuva noutra água há-de nascer
17Abatam -me ao efecti vo também eu me vou sem morrer
15Para quê ter departir logo que passe a monção
17Se encontrei toda a fortuna no lume deste morrão
17Ópio bendito ópio minhas fe ridas mitiguei
10Meu bálsa mo para a dor de ser
7Em ti meembalsamei
17Ópio maldito ópio foi para isto que cheguei
8Uma pausano caminho
8Numa névoa me tornei
17Ópio bendito ó pio numa né voa me tornei
17Ópio maldito ó pio numa né voa me tornei
16Numa névoa me tornei, numa névoa me tornei
8Numa névoa me tornei
16Num casebre de bambú na minha esteira dei
15A fu
16Enquan
15Sei
16Mas até ela su
17Meu capitão já é ho
17Não me quero ir embo
17
19Que
16Co
18Apenas presa ao mundo por um
17
17
15Para quê ter de
17Se encontrei to
17Ó
10
7Em ti me
17Ópio maldito ópio foi para is
8Uma pausa
8Numa névo
17Ópio ben
17Ópio mal
16Numa névoa me tornei, numa névoa me tornei
8Numa névoa me tornei