19Enquanto a cidade inteira vai digerindo o seu jantar
20Etodas as ru as e pra ças se lavam com essência de luar
21Enquanto as estátuas famo sas bebem brandies e ave ledas
19E as tílias se entreolham meiga mente nas alamedas
7Vou guardando as margens
10Velando os lírios do jardim
16Enquanto a meia-noite encerra mais uma sessão
19E o senso-comum ressona tranquilo e pesado no colchão
20Enquanto a cidade inteira lavaos den tes e faz toilete
17E ostaxistas re colhem as sombras que restam da noite
7Vou guardando asmargens
10Velandoos lí rios do jardim
21Enquanto a luz do promontório ensi na a cos ta ao barqueiro
22E arde o rum forte no zimbó rio e traz luci dez ao faroleiro
18Vou pondo malha so bre malha com o labor dum tapeceiro
21Palavra, acorde, som, a talhae a devoção dum mestre-oleiro
7Vou guardandoas margens
10Velandoos lírios do jardim
18Enquanto a cidade inteira vai feliz na su a faina
20E o sol boceja na ladeira ao som do martelo e da plaina
21Saúdo a brumae o or valho e a luz do dia ma drugado
18Guardo ascartas no bara lho meu sono é enfim chegado
7Vouguardando as mar gens
10Velando os lírios do jardim
20E
21
19
7Vou guardan
10Velando os lírios do jardim
16
19
20Enquanto a cidade inteira lava
17E os
7Vou guardando as
10Velando
21Enquanto a luz do promon
22E ar
18Vou pon
21Palavra, acorde, som, a talha
7Vou guardando
10Velando
18Enquanto a cidade inteira vai fe
20
21Saúdo a bruma
18Guardo as
7Vou
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