19Fiz-me à estrada de Lisboa sem um chavo na algibeira
19Queria aprenderum ofí cio e fazer uma carreira
16Vindo do Ri batejo lá onde o touro se pega
16Picado pela fome e a fugir da pestenegra
16Eao fim de três semanas vivia de caridade
17Com a turma de mendigos que pedi a pela cidade
15Ouvi ler um edital na ru a dos tintureiros
16A pedir gente de brega soldados e marinheiros
19Pelo soldo pela co mida sem medo de ir à aventura
18Era mesmo essa a vida de que eu vinha à procura
17Ao passar nocais de Alfa ma vi gran des prepara tivos
17Dei onome ao escrivão e juntei-me aos efectivos
15Aguenta toureiro ensaia a tua faena
18O touro ésendeiro e escor rega muito a arena
16Toureia odestino impro visa a tua finta
16É sobre o joelho que melhor se tira a pinta
16Veio o di a da largada ondulavam os pendões
17Falta va gente à arma da tiveram de ir às prisões
19Arrebanhar voluntários entre a nata da escumalha
17Rufiões esala frários grandes barões da na valha
15E havia choro no cais e despedidas sem fim
14E eu triste e feliz por ninguém chorar por mim
16Pouco antes de zarpar foi tudo benzido a bordo
18Dizem que a zul é o mar mas quem me diz onde é bombordo
17Aprendi depressa as li des como deve um bom peão
16Conhecer a manha ao bi cho é ter meia salvação
19Jánavega a nossa arma da tão vis tosa e colorida
16Com tão nobre guarnição ninguém a leva de vencida
13Aguenta ma rujo faz das tri pas co ração
16E a pátriaé peque na mas o improviso não
14Aprende-se mais com os portugueses num dia
14Doque se a prende com romanos em cem anos
19Queria aprender
16Vin
16Picado pela fome e a fugir da peste
16E
17Com a turma de mendi
15Ouvi ler um edi
16A pedir gente de brega soldados e mari
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18Era mesmo essa a vida de que eu vinha à procu
17Ao passar no
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15E havia choro no cais e des
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