6Ai, senhor das furnas
9Que escuro vai dentro de nós
10Rezar o terçoao fim da tarde
10Sóparaespantar a solidão
8Rogara Deus que nosguarde
10Confiar -lhe odesti no na mão
10Que adi anta sa ber as marés
9Os frutos e as sementeiras
9Tratar por tu os ofícios
11Entender o suão e os animais
10Falar o dialeto da terra
11Conhecer-lhe o corpo pelos sinais
8E do resto entendermal
8Soletrar, assinarem cruz
8Não ver osvultos furtivos
8Que nos tramam por trásda luz
6Ai,senhor das furnas
9Que escuro vai dentrode nós
10A gente mor re logo ao nascer
10Com olhos rasos de lezíria
12De boca em boca passando o saber
13Comos provér bios que ficam na gíria
10Deque nos va le esta pureza
9Sem ler, fica-se pe derneira
12Agita-se a solidão cá no fundo
10Fica-se sen tado à soleira
10A ouvir os ruídosdo mundo
12E a entendê-los à nossa maneira
9E carregar a superstição
8De ser pequeno, serninguém
8E naquebrar a tradição
8Que dos nossos avós já vem
9Que escuro vai dentro de nós
10Rezar o terço
10Sóparaespantar a so
8Rogara Deus que nos
10
10
9Os frutos e as semen
9
11Entender o suão e os ani
10Falar o di
11Conhecer-lhe o corpo pelos si
8E do resto entender
8Soletrar, assinar
8Não ver os
8Que nos tramam por trás
6Ai,
9Que escuro vai dentro
10A gen
10Com olhos rasos de lezí
12
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10De
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12Agi
10Fi
10A ouvir os ruídos
12E a entendê-los à nossa ma
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8De ser pequeno, ser
8E na
8