Rubel O Homem Da Injecao Ii

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1]

11Tirou a roupa no meio da praça
12Subiu na estátua de um marechal
13Em pleno meio dia, o bronze faiscava
12A bunda sentia o calor do metal
14E cada transeunte que se aglomerava
11Fazia piada: "Nem é carnaval"
13E como toda nudez será castigada
12Apareceu do nada um policial
[Verso 2]

10Nosso herói não se importava
12Com as partes à vista da população
12Não era pro seu pincel que apontava
13Mas pro antebraço chamava a atenção
14O que ele gritava você já imagina:
12"Vacina! Vacina! Vacina!" e então
11O policial declarou que o tal
13Estava pelado e coberto de razão
[Verso 3]

12E o povo vendo que até o guarda
13Tirando a farda, apoiava o civil
14Foi saindo do sono perigoso е inerte
12Como disse Laеrte, a grande ficha caiu
18Feito uma peça de Zé Celso no teatro oficina
12Pedindo vacina, a rase despiu
16E disse: "Até que o pulha nos traga a agulha
10Será a vez da nudez no Brasil"

[Verso 4]

12A história chegou ao palácio
13Até o pancrácio que rege o país
13Que achou engraçado ver tanto pelado
12Mas quis acabar com esse diz que me diz
9Fez um discurso na TV pra nação
12Falando talqueis e taisquais sem sentido
14E um menino, rindo da televisão, disse:
11"Olha mamãe, o rei está vestido"
[Saída]

11Tirou a roupa no meio da praça
12Subiu na estátua de um marechal