Rubel Mantra

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1: Rubel]

8Ó meu pai, se tu existes
15Manda a tua força, a gente aqui precisa
13De descompromisso, e de sabedoria
18A pista tá vazia, e a gente não consegue nem sambar
12Muda também alguma coisa de lugar
7E deixa a luz entrar
7Não me deixa esquecer
13Que a gente não precisa de nada, nada
[Refrão: Rubel & Meninas da Serrinha]

7Não me deixa esquecer
7Não me deixa esquecer
7Não me deixa esquecer
13Que a gente não precisa de nada, nada
7(Não me deixa esquecer)
13Que a gente não precisa de nada, nada
7(Não me deixa esquecer)
13Que a gente não precisa de nada, nada
7(Não me deixa esquecer)
13Que a gente não precisa de nada, nada
7(Não me deixa esquecer)
13Que a gente não precisa de nada, nada
7(Não me deixa esquecer)
13Que a gente não precisa de nada, nada
7(Não me deixa esquecer)

[Ponte - Áudio: Tim Maia]

16Pergunte a um gorila em que ano nós estamos
8Nós estamos aí, cara
[Verso 2: Rubel]

21Jorge, pega a espada e corta todo o mal que tem nesse mundo
22Se o mal te for demais, ajudo com uma prece e meu verso mais forte
21Imagina a nossa terra reluzindo o que tem de mais profundo
25Imagina o nosso povo todo se entendendo em coros, cantos, ó que sorte
20Jorge, eu já perdi meu tempo encarando o próprio espelho
25Medindo amor, contando like, ouvindo os outros, tendo frio e tendo medo
21Tua força, teu cavalo, meu amparo, minha morada, meu segredo
26Tua espada e tua coragem me acompanham na jornada desde muito cedo
[Refrão: Rubel & Meninas da Serrinha]

7(Não me deixa esquecer)
7(Não me deixa esquecer)
7(Não me deixa esquecer)
7(Não me deixa esquecer)
1Que
11o melhor lugar do mundo é aqui
7(Não me deixa esquecer)
7(Não me deixa esquecer)
4E agora
12Que o melhor lugar do mundo é aqui
7(Não me deixa esquecer)
7(Não me deixa esquecer)
7(Não me deixa esquecer)
4E agora
12Que o melhor lugar do mundo é aqui
7(Não me deixa esquecer)
7(Não me deixa esquecer)

[Verso 3: Emicida]

4Ah, pode pá
11E todo silêncio assim tenso
11É o resto de algum pesadelo
15Manifesto equilíbrio tipo cerebelo
15Quando o dia arrepia dos pés ao cabelo
9Eu deixo fluir, é o feng-shui
11É o som das água a desobstruir
13Tudo que tanta mágoa tentou destruir
14De farelo em farelo eu me reconstruí
15Tanto dado, tanto caos, quanto cabo, tanto mal
20Quanto enrosco, é loucura iniciante ou juízo final
14Tanto encosto quanto imposto vendo rosto
11Posto que se não um vazio brutal
16Meu truta, somos poeira das estrelas, nada além
15Frutos do acaso, soltos no tempo, como nuvens
13Luzes que cortam horizontes quando surgem
13Ciclos que fecham saca, assim, como tu vens
5Cê gravou isso?
[Saída: Meninas da Serrinha]

7Eu peço a São Jorge
6Que o nosso canto
10O canto de um povo inteiro
5Cante muito mais
9Eu peço a Tins e Bens e Tais
11Eu peço a Caetano e Caymmi
6Que nos ilumine
11Que o nosso canto cante muito mais
7Eu peço a São Jorge
6Que o nosso canto
10O canto de um povo inteiro
5Cante muito mais
9Eu peço a Tins e Bens e Tais
11Eu peço a Caetano e Caymmi
6Que nos ilumine
11Que o nosso canto cante muito mais