Rubel Forro Violento

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End rhyme Internal rhyme
[Verso: Rubel]

16Jorrava sangue no couro, ela gritava: "Socorro!"
17Será que é hoje que eu morro? Nem consegui despedir
19Do meu rebento na barriga, o carro corre e ele grita:
16"Calma, Bia, não duvida, a gente vai sair daqui"
18Um homem e uma mulher, no banco branco de um Opala
19Do volante, ele tentava, quase que sem sorte, acalmá-la
14Uma bala transpassou seu corpo na barriga
22E ela gemia de dor, pedindo a Deus pela vida de sua filha
11Dois brasileiros e um bеbê no ventre
15Um roubo que tеrminaria em tragédia, como quase sempre
18Mais um sonho de criar uma família é amassado
16O banco sujo, ela relembra meses no passado
[Refrão: Coro]

8Beatriz tomou barriga
9De José Pilantra, seu amor
11Zé chorou: "Como é que eu vou cuidar?
9Não vou por criança pra sofrer
9Filho meu, fome não vai passar"
10Com duas pistolas e cansaço
8Entraram no banco da
9Mandaram colocar no saco
8Todo dinheiro que tiver
10Beatriz nem viu a bala entrar

[Verso: Rubel]

16Jorrava sangue no couro, ela gritava: "Socorro!"
17Será que é hoje que eu morro? Nem consegui despedir
19Do meu rebento na barriga, o carro corre e ele grita:
16"Calma, Bia, não duvida, a gente vai sair daqui"
18Um homem e uma mulher, no banco branco de um Opala
19Do volante, ele tentava, quase que sem sorte, acalmá-la
14Uma bala transpassou seu corpo na barriga
22E ela gemia de dor, pedindo a Deus pela vida de sua filha