Rubel Doutor Albieri

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1]

7Do sol e a rotação
8De Júpiter, de um vulcão
5E de um gêiser
8Eu entendo a erupção
8De um Próton, de Buñuel
8De um Plâncton, de Papai Noel
6E de um esfíncter
8Eu entendo o seu papel
[Refrão]

12Mas se pergunta a mim de um coração
15Eu já lhe disse que eu desisto de compreender
11Quando é domado, quer rebelião
14Quando tá solto, logo pede para se prender
12Ele arrebеnta com a própria razão
15É capoeira, é vagabundo, é ilariê
13De onde sе espera mar, ele é sertão
13Lá onde mora a raiva, também dá prazer
[Verso 2]

8Da esfinge e do Leblon
8De um peixe à gestação
5E de um cacto
9Eu entendo a irrigação

[Refrão]

12Mas se pergunta a mim de um coração
15Eu já lhe disse que eu desisto de compreender
11Quando é domado, quer rebelião
14Quando tá solto, logo pede para se prender
13Ele arrebenta com a própria razão
15É capoeira, é vagabundo, é ilariê
13De onde se espera mar, ele é sertão
13Lá onde mora a raiva, também dá prazer
[Saída]

3E o meu
10Jaleco novo é branco, limpo
10Mas não tem história pra contar
6Nem marca de batom
6Nem mancha de vinho
6Nem cheiro de suor
8Nem um rastro de carinho
8Nem um rastro de carinho
6Pra me embriagar