7Não há, ó gente, oh, não
9Luar como esse do sertão
7Não há, ó gente, oh, não
9Luarcomoesse do sertão
13Alua nasce pordetrás da verdemata
18Maisparece um sol de prata, prate ando a imensidão
14E agentepega na viola eponteia
17E a canção é lua cheia, a nos nas cer do coração
7Não há, ó gente, oh, não
9Luar co mo esse do sertão
7Não há, ó gente, oh, não
9Luar co mo esse do sertão
15Mas como élindo ver depois, por en tre o mato
17Deslizar calmo o regato, transparente como umvéu
14No leitoazul das suas águas murmuran do
15Irpor sua vez roubando as estrelas lá do céu
7Nãohá, ó gente, oh , não
9Luarcomo esse do sertão
7Não há, ó gente, oh, não
9Luarcomo esse do sertão
13Coisa mais bela neste mundonão existe
16Do que ouvir um galo triste, no sertão se faz luar
15Parece atéa alma da lua que descamba
16Escondida na garganta desse ga lo a soluçar
7Não há, ó gente, oh, não
9Luar como esse do sertão
7Não há, ó gente, oh, não
9Luar como esse do sertão
13Ai que saudades do luar da mi nha terra
13Lá na branquejando folhas secas pelo chão
13Este luarcá da ci dade tão escuro
15Não tem aquela saudade do luar lá do sertão
7Não há, ó gente, oh, não
9Luar como esse do sertão
7Não há, ó gente, oh, não
9Luar como esse do sertão
9Luar co
7
9Luarco
13Alua nasce por
18Mais
14E agen
17
7Não há, ó gen
9
7Não há, ó gen
9
15Mas como é
17Deslizar calmo o regato, transparente como um
14No leito
15Ir
7Não
9Luar
7Não há, ó gente, oh, não
9Luar
13Coisa mais bela neste mundo
16Do que ouvir um galo triste, no sertão se faz lu
15Parece até
16Escon
7Não há, ó gente, oh, não
9Luar co
7Não há, ó gente, oh, não
9Luar co
13Ai que saudades do lu
13Lá na branquejando folhas secas pelo chão
13Este luar
15Não tem aquela saudade do luar lá do sertão
7Não há, ó gente, oh, não
9Luar co
7Não há, ó gente, oh, não
9Luar co