[Verso 1: Rashid]
11Entre
gue flores pra quem ama quando
16Ainda
puderem sentir seu a
roma perfu
mando
15Puderem ver
sua delicadeza enfei
tando
16E
pouco a pouco a sua be
leza desman
chando
11É só a natu
reza demons
trando
25Que tudo passa
e não importa o quanto
o ser humano fa
ça que é ma
landro
15O momen
to é efêmero tal qual um ci
garro
16So
mos a crian
ça olhando da janela do
carro
14E
lá fora tudo corre, me lembra
de uns bang
17Que nóis não prospe
rava mesmo com geral
dando o sangue
14E é cristalina a lembran
ça, nem querendo dеscarto
16Quando meu irmão nasceu nós quatro morava num
quarto
9O peito
еra farto de
amor
16O so
nho era a
quelas caixona de lápis
de cor
17Mi
nha tia limpando o quintal, ouvindo um pa
gode
16Is
so era no
venta e tal, respeita o bi
gode
9Que o
seu ainda é de Toddy
14Ouvia as história, fulano foi
preso
19Ciclano tá fazen
do as fita agora, sentia o
peso
16Um por um, os conheci
do vão tomando o
seu rumo
22A vida ensina: "siga em frente", fui péssimo a
luno (pensan
do bem)
18Quanto talento rendi
do pro vício? (que desperdí
cio)
14A
qui na área acontece muito
disso
17Gen
te que tinha um brilho de tirar o foco
da lente
18Só teve a chan
ce de virar uma es
trela decadente
[Refrão: Rashid]
18A vida é
injusta e louca, ao mesmo tem
po é bela
21Quando vê, escorregou pelos seus
dedos, frágil como a
sua tela
17Trago cada um comigo, é a grandeza disso
aqui
18E onde quer que eu pise, nunca vai ser só o Rashid
ali
10Um brinde a todos que se foram
16E também proponho aqui um brin
de aos que fi
caram
15Sobreviventes somos como os boys
jamais serão
16As chan
ces que eram poucos logo
se multipli
caram
[Verso 2: Rashid]
14Difícil pra um cara do coração bom ser rei
12Me
identifico com T'Challa e com Mande
la
15Trago feridas que não foram abertas
no meu eu
17Isso que dá, cora
ção mole, a vida me endu
receu
16Quem
não procura a redenção nesse
redemo
inho?
18Se falta fé pra dar o pas
so, como cê quer ver o ca
minho?
15Os parceiro perdi
do, dor que eu não soube
curar
15Sonharam jun
tos só que não puderam rea
lizar
20O passado é mato, o tempo toca o barco,
isso é fato
16E eu penso nos amigos
que eu já perdi
contato
13Como se
rá que tão? Firmão? Toma
ra que sim
16Será que ou
vem meu som?
Será que têm orgu
lho de mim?
17De vez em quando eu passo lá na Oito ou lá
em Alvim
17Fico olhando a rua e lembro de nóis pi
vetinho
18Tanto
os muro que nóis pu
lava, quanto
os tombo que tomou
19O
quanto daquilo ainda resta no que a gente se tornou?
[Refrão: Rashid]
18A vida é
injusta e louca, ao mesmo tem
po é bela
21Quando vê, escorregou pelos seus
dedos, frágil como a
sua tela
17Trago cada um comigo, é a grandeza disso
aqui
18E onde quer que eu pise, nunca vai ser só o Rashid
ali
10Um brinde a todos que se foram
16E também proponho aqui um brin
de aos que fi
caram
15Sobreviventes somos como os boys
jamais serão
16As chan
ces que eram poucos logo
se multipli
caram
3É
isso
[Saída: Gulherme Briggs & Rodrigo Carneiro]
55–
Será que os ou
tros estão bem? Será que conseguiram
escapar? Éramos vá
rios samurais
protegendo a
vila, quando despertei não encontrei mais ninguém. Pelo menos,
ninguém vivo
29–
Ao menos parecem ter morrido com honra, ao contrário de você, vivo e en
vergonhado
43– Não!
Não diga isso! Vi
vo ainda
tenho chance
de fazer al
go. Já que não fui capaz
de proteger a vila, meu dever agora
é vingá-la
14–
Isso se o remorso não te derrubar
antes