Rashid Um Brinde A Todos Que Se Foram

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1: Rashid]

11Entregue flores pra quem ama quando
16Ainda puderem sentir seu aroma perfumando
15Puderem ver sua delicadeza enfeitando
16E pouco a pouco a sua beleza desmanchando
11É só a natureza demonstrando
25Que tudo passa e não importa o quanto o ser humano faça que é malandro
15O momento é efêmero tal qual um cigarro
16Somos a criança olhando da janela do carro
14E lá fora tudo corre, me lembra de uns bang
17Que nóis não prosperava mesmo com geral dando o sangue
14E é cristalina a lembrança, nem querendo dеscarto
16Quando meu irmão nasceu nós quatro morava num quarto
9O peito еra farto de amor
16O sonho era aquelas caixona de lápis de cor
17Minha tia limpando o quintal, ouvindo um pagode
16Isso era noventa e tal, respeita o bigode
9Que o seu ainda é de Toddy
14Ouvia as história, fulano foi preso
19Ciclano tá fazendo as fita agora, sentia o peso
16Um por um, os conhecido vão tomando o seu rumo
22A vida ensina: "siga em frente", fui péssimo aluno (pensando bem)
18Quanto talento rendido pro vício? (que desperdício)
14Aqui na área acontece muito disso
17Gente que tinha um brilho de tirar o foco da lente
18Só teve a chance de virar uma estrela decadente

[Refrão: Rashid]

18A vida é injusta e louca, ao mesmo tempo é bela
21Quando vê, escorregou pelos seus dedos, frágil como a sua tela
17Trago cada um comigo, é a grandeza disso aqui
18E onde quer que eu pise, nunca vai ser só o Rashid ali
10Um brinde a todos que se foram
16E também proponho aqui um brinde aos que ficaram
15Sobreviventes somos como os boys jamais serão
16As chances que eram poucos logo se multiplicaram
[Verso 2: Rashid]

14Difícil pra um cara do coração bom ser rei
12Me identifico com T'Challa e com Mandela
15Trago feridas que não foram abertas no meu eu
17Isso que dá, coração mole, a vida me endureceu
16Quem não procura a redenção nesse redemoinho?
18Se falta fé pra dar o passo, como cê quer ver o caminho?
15Os parceiro perdido, dor que eu não soube curar
15Sonharam juntos só que não puderam realizar
20O passado é mato, o tempo toca o barco, isso é fato
16E eu penso nos amigos que eu já perdi contato
13Como será que tão? Firmão? Tomara que sim
16Será que ouvem meu som? Será que têm orgulho de mim?
17De vez em quando eu passo lá na Oito ou lá em Alvim
17Fico olhando a rua e lembro de nóis pivetinho
18Tanto os muro que nóis pulava, quanto os tombo que tomou
19O quanto daquilo ainda resta no que a gente se tornou?

[Refrão: Rashid]

18A vida é injusta e louca, ao mesmo tempo é bela
21Quando vê, escorregou pelos seus dedos, frágil como a sua tela
17Trago cada um comigo, é a grandeza disso aqui
18E onde quer que eu pise, nunca vai ser só o Rashid ali
10Um brinde a todos que se foram
16E também proponho aqui um brinde aos que ficaram
15Sobreviventes somos como os boys jamais serão
16As chances que eram poucos logo se multiplicaram
3É isso
[Saída: Gulherme Briggs & Rodrigo Carneiro]

55Será que os outros estão bem? Será que conseguiram escapar? Éramos vários samurais protegendo a vila, quando despertei não encontrei mais ninguém. Pelo menos, ninguém vivo
29Ao menos parecem ter morrido com honra, ao contrário de você, vivo e envergonhado
43– Não! Não diga isso! Vivo ainda tenho chance de fazer algo. Já que não fui capaz de proteger a vila, meu dever agora é vingá-la
14Isso se o remorso não te derrubar antes