12Sinos dobram e cruzam o horizonte
14Corre o pânico a acordar a aldeia
13É fogo posto, não adi anta duvidar
12Olhem as chamas semeadas com ran cor
12Não é humana, a mão de quemacendeu
14O ódio é fogo que ardee que se vê
12Fica o de serto, de cinzas plantado
11E o cinis mo de quem o viu arder
12Imensa dor,que recu so acreditar
12Olhem as chamas semeadas com rancor
12Não é huma na, a mão de quem a cendeu
14O ódio é fogo que arde e que se vê
14
13É fogo pos
12Olhem as chamas semea
12Não é humana, a mão de quem
14O ódio é fogo que arde
12Fi
11
12Imensa dor,
12Olhem as chamas semea
12
14O ódio é fogo que ar