[Intro]
1Hey
1Anh
[Verso 1]
2São 10
e 50
15E a cabe
ça arre
benta por todos os
lados
8Eu tenho o que que
ria
19Mas a minha vida nem
chega perto do que eu
tinha so
nhado
8Porque para ga
nhar, perdi
7E para sorrir, chorei
7Fama nunca a pedi
7E nunca a
procurei...
18Eu
vi na ca
neta uma fuga para a minha verda
de
13Vi no ca
derno a esperança de
vida
13Vivi o inferno com um pai agar
rado
14E
uma mãe numa cura com mais uma
cria
10Pen
sei que a vida não sor
ria
11Que
nenhuma porta se abri
ria
13E hoje olhando para a minha
vida
12Dizem-me: Já chega, já chega, já
chega...
14E quando te
disserem que a fa
ma te cega
7Vai por mim acre
dita
13É como dizerem que a morte é
certa
10Que é o mais certo nesta
vida
17E eu provei
do veneno que
em pequeno não que
ria
23Hoje vivo da
luz que me con
duz que me a
limenta e que me ilu
mina
11E eu que
dizia que esse brilho
8Em mim nunca pega
ria
13Virei um menino prodí
gio da tuga
13Com a cara no mundo da
bijutaria
17Vi-me a
gastar vinte mil num fi
o que nem preci
sava
24Hoje tenho um
palácio, 2 ou 3 carros e não e
ra o que ambicio
nava
11Meu tropa eu só
queria um pra
to
11Meu tropa eu só queria um te
to
10Por isso transmi
te humildade
9Com gana tu
do se consegue
18Música não é só vibe, tem cuidado com
o que escreves
17Hoje ouço: 'Pirukinha vai’, dez mil pes
soas aos ber
ros
18Des
de puto que vi os meus pais em
caminhos que não deviam
18Quando tu sobes é fácil cair, mas
muitos nunca su
biram
12Quando dizi
a que um dia se
ria
9Eu digo-te muitos se
riram
18E os que se riram no dia
em que eu disse o que disse
10Disseram
que era impos
sível
[Refrão]
9Na vida não
há impossíveis
12Se que
res trabalha para um dia ter
7Não fa
lha quem não luta
8E quem não luta não ven
ce
7Do pouco eu fiz mui
to
10E ainda há
tanto a fazer
9Na vida não há impossíveis
12Se queres trabalha pa
ra um dia ter
7Não fa
lha quem não luta
8E quem não luta não ven
ce
7Do pouco eu fiz mui
to
10E ainda há tanto a fazer
[Verso 2]
12Nós somos iguais, tudo carne
e osso
7Ninguém é mais
que ninguém
16Mas uns trabalham e outros trabalham para
o bronze
8Vivem com a gui
ta da mãe
15Enquanto uns se matam, outros só matam
os pombos
6No meio
da merda
6tens tudo,
és o rei
12Parado no bairro a vender
uns contos
14Como
tive na mer
da, eu falo do
que sei (Uh)
8Mas eu para lá
não volto
17Sim, venho do bairro
e ser bairrista é o meu
rótulo
8Sei a mensagem que tra
go
9Tenho água benta
no copo
15Mas muito m'olha de lado
por ter tinta
no corpo
10Por vezes penso que sou
o louco
10No meio de tanta sa
nidade
13Sinto
que tenho o diabo na
esquerda
9Mas
Deus pesa do ou
tro lado
10Sempre que o azar me
espreita
11Penso quando a cabeça
se deita
8Hoje
em dia sou legal
9E construí o meu lega
do
1Yau
[Refrão]
9Na vida não
há impossíveis
12Se que
res trabalha para um dia ter
7Não fa
lha quem não luta
8E quem não luta não ven
ce
7Do pouco eu fiz mui
to
10E ainda há
tanto a fazer
9Na vida não há impossíveis
12Se queres trabalha pa
ra um dia ter
7Não fa
lha quem não luta
8E quem não luta não ven
ce
7Do pouco eu fiz mui
to
10E ainda há tanto a fazer