10Uma bola de pano, num charco
10Um sor riso traqui na, um chuto
10Na ladeira a cor rer, um arco
8O céu no olhar, dumputo
13Uma fis ga que atira, a es perança
9Um pardal de calções, astuto
9E a força de ser,criança
11Contra a força dum chui, que ébruto
11Parecem bandos de pardais à solta
6Os putos, osputos
12São como índi os, capi tães da malta
6Os putos, osputos
7Mas quando a tarde cai
6Vai-se a revolta
8Sentam-se ao colodo pai
8É a ternura quevolta
12E ouvem-noa falar do homem novo
8São os putos destepovo
9A apren derem a ser homens
9Ascari cas brilhando, na mão
10A vonta de que salta, ao eixo
7Um puto quediz, que não
10Se a porrada vier, não deixo
12Um berlinde abafado, na escola
10Um pião na algibеi ra, sem cor
8Um putoque pedе, esmola
11Porque a fome lheabafa, a dor
11Parecem bandos depardais à solta
6Os putos,os putos
12São como índi os, capi tães da malta
6Os putos,os putos
7Mas quando a tarde cai
6Vai-se arevolta
8Sentam-se ao colo do pai
8É a ternuraque volta
12E ouvem-noa falar do homem novo
8São os putos deste povo
9A apren derem a ser homens
7Mas quando a tarde cai
6Vai-se a revolta
8Sentam-se ao colo do pai
8É a ternuraque volta
12E ouvem-noa falar do homem novo
8São os putos deste povo
9A apren derem a ser homens
10
10Na ladei
8O céu no olhar, dum
13
9Um pardal de calções, as
9E a força de ser,
11Contra a força dum chui, que é
11Parecem bandos de pardais à solta
6Os putos, os
12São co
6Os putos, os
7Mas quando a tarde cai
6Vai-se a re
8Sentam-se ao colo
8É a ternura que
12E ouvem-no
8São os putos deste
9
9As
10
7Um puto que
10
12Um berlinde abafa
10Um pião na al
8Um puto
11Porque a fome lhe
11Parecem bandos de
6Os putos,
12São co
6Os putos,
7
6Vai-se a
8Sentam-se ao co
8É a ternura
12E ouvem-no
8São os putos des
9
7Mas quando a tar
6Vai-se a revolta
8Sentam-se ao co
8É a ternura
12E ouvem-no
8São os putos des
9