Paula-fernandes Tristeza Do Jeca

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End rhyme Internal rhyme
8Nestes versos tão singelos
7Minha bela, meu amor
7Pra você quero contar
9O meu sofrer e a minha dor
8Eu sou como um sabiá
9Quando canta é só tristeza
11Desde o galho onde ele está
15Nesta viola eu canto e gemo de verdade
14Cada toada representa uma saudade
8Eu nasci naquela serra
7Num ranchinho beira-chão
8Todo cheio de buracos
8Onde a lua faz clarão
9Quando chega a madrugada
9Lá no mato a passarada
8Principia um barulhão
14Nesta viola, canto e gemo de verdade
14Cada toada representa uma saudade
9Lá no mato tudo é triste
8Desde o jeito de falar
8Pois o Jeca quando canta
7Dá vontade de chorar
9E o choro que vai caindo
8Devagar vai-se sumindo
8Como as águas vão pro mar
14Nesta viola, canto e gemo de verdade
14Cada toada representa uma saudade
8Eu sou como um sabiá
9Quando canta é só tristeza
11Desde o galho onde ele está