Paula-fernandes Jeito De Mato

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1]

13De onde é que vem esses olhos tão tristes?
12Vem da campina onde o sol se deita
15Do regalo de terra que o teu dorso ajeita
13E dorme serena no sereno e sonha
[Verso 2]

14De onde é que salta essa voz tão risonha?
12Da chuva que teima, mas o céu rejeita
12Do mato, do medo, da perda tristonha
13Mas que o sol resgata, arde e deleita
[Refrão]

16Há uma estrada de pedra que passa na fazenda
10É teu destino, é tua senda
8Onde nascem tuas canções
17As tempestades do tempo que marcam tua história
18Fogo que queima na memória e acende os corações
11Sim, dos teus pés na terra nascem flores
13A tua voz macia aplaca as dores
11E espalha cores vivas pelo ar
11Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
5Sete lagoas
6, mel e brincadeiras
10Espumas , ondas, águas do teu mar

[Refrão]

16Há uma estrada de pedra que passa na fazenda
10É teu destino, é tua senda
8Onde nascem tuas canções
17As tempestades do tempo que marcam tua história
18Fogo que queima na memória e acende os corações
11Sim, dos teus pés na terra nascem flores
13A tua voz macia aplaca as dores
11E espalha cores vivas pelo ar
11Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
5Sete lagoas
6, mel e brincadeiras
10Espumas , ondas, águas do teu mar
[Outro]

13De onde é que vem esses olhos tão tristes?
12Vem da campina onde o sol se deita
14De onde é que salta essa voz tão risonha?
12Dorme serena no sereno e sonha
13De onde é que vem esses olhos tão tristes?
2Vem da...
12Dorme serena no sereno e sonha