[Verso 1]
13De onde
é que vem esses o
lhos tão tristes?
12Vem da campina onde o
sol se deita
15Do regalo de terra
que o teu dor
so ajeita
13E dorme serena no sere
no e sonha
[Verso 2]
14De onde é que salta essa voz
tão risonha?
12Da chuva que tei
ma, mas o céu rejeita
12Do mato,
do medo, da per
da tristonha
13Mas que o sol resga
ta, arde e deleita
[Refrão]
16Há uma
estrada de pedra
que passa na fa
zenda
10É teu des
tino, é tua
senda
8On
de nascem tuas canções
17As tem
pestades do
tempo que marcam tua histó
ria
18Fogo que
queima na memória
e acende os corações
11Sim, dos teus
pés na terra nas
cem flores
13A tua voz maci
a aplaca as
dores
11E espalha co
res vivas pe
lo ar
11Sim, dos teus
olhos saem cacho
eiras
5Sete la
goas
6, mel e brinca
deiras
10Espumas , ondas, águas do
teu mar
[Refrão]
16Há uma
estrada de pedra
que passa na fa
zenda
10É teu des
tino, é tua
senda
8On
de nascem tuas canções
17As tem
pestades do
tempo que marcam tua histó
ria
18Fogo que
queima na memória
e acende os corações
11Sim, dos teus
pés na terra nas
cem flores
13A tua voz maci
a aplaca as
dores
11E espalha co
res vivas pe
lo ar
11Sim, dos teus
olhos saem cacho
eiras
5Sete la
goas
6, mel e brinca
deiras
10Espumas , ondas, águas do
teu mar
[Outro]
13De onde é que vem
esses olhos
tão tristes?
12Vem da campina onde o sol
se deita
14De onde é que salta essa voz tão
risonha?
12Dorme serena no sereno
e sonha
13De onde é que vem
esses olhos tão tristes?
2Vem da...
12Dorme serena no sereno
e sonha