Os-azeitonas Nao Ha Direito

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End rhyme Internal rhyme
[Intro]

13Não há direito que me ponhas deste jeito
4Não há, não há!
[Verso 1]

16O direito que cultivas nãoescondeessas curvas
10Esculpidas pelamão de Midas
14Que me apetecem contornarna esperança
10De nunca, nunca as abandonar
12O meu coração é um réu sem direito
9A qualquer tipo de defesa
11Por ser acusado de querer roubar
6Tamanha beleza
[Pré-Refrão 1]

13Essas curvas estão à vista desarmada
12Como os esses da primeira palavra
13Me'mo à espera de quem as queira agarrar
[Refrão]

13Não há direito que me ponhas deste jeito
4(Não há, não há)
13Não há jeito que tire esta dor do peito
4(Não há, não há)
14Não há peito que aguente o amor perfeito
4Não há, não há
3Não, não há!

[Verso 2]

10A venda da justiça eriça
8Da mais flácida das mentes
10Sempre e quando (quando?) em volta
7Dos teus olhos a tendes
10O equilíbrio da balança
4Dança (dança)
13Só de imaginar a possibilidade
9De ver a tua anca gingar
[Pré-Refrão 2]

8Ver o dito por não dito
15Aproveito para te agarrar a mão e fito
12Esses olhos onde eu quero mergulhar
[Refrão]

13Não há direito que me ponhas deste jeito
4(Não há, não há)
13Não há jeito que tire esta dor do peito
4(Não há, não há)
13Não há direito que me ponhas deste jeito
4(Não há, não há)
13Não há jeito que tire esta dor do peito
4(Não há, não há)
14Não há peito que aguente o amor perfeito
2Não há!

[Refrão]

13Não há direito que me ponhas deste jeito
4(Não, não, não há)
13Não há direito que me ponhas deste jeito
7(Não, não há direito, não)
13Não há direito que me ponhas deste jeito
7(Não, não-não-não-não, não há)
13Não há direito que me ponhas deste jeito
7(Não, não-não-não-não, não há)
13Não há direito que me ponhas deste jeito
7(Não, não-não-não-não, não há)
13Não há direito que me ponhas deste jeito
7(Não, não-não-não-não, não há)
13Não há direito que me ponhas deste jeito
7(Não, não-não-não-não, não há)
13Não há direito que me ponhas deste jeito
7(Não, não-não-não-não, não há)