Os-azeitonas Guitarrista Do Liceu

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End rhyme Internal rhyme
12A Rosa nunca foi boa na escola
8Quem a via de viola
9Dizia pá, temos artista
5Mas a coitada
8Era tão desafinada
9Quando cantava a lambada
10Uma lambada em nós batia
10Ele era o Chico Fininho
8Sempre muito caladinho
7Seu colega de liceu
4Ao seu lado
9Passava o dia sentado
8Diziam “Pobre diabo
7Por amor ensurdeceu
7Ela é de Lisboa
7E ele é do Porto
8Se a música é boa
8Quase nunca dá pro torto
7Assim ninguém destoa
7Nem sente desconforto
8Se a música é boa
8Quase nunca dá pro torto
12A Rosa assentou praça em concursos
9Entre mil figuras de urso
8Ela nem dava nas vistas
6E ele querido
8Sempre muito condoído
9Dava o seu ombro amigo
8E pedia “não desistas!”
9Mas um beijo inesperado
8Pôs a viola no saco
9E logo ali se percebeu
5Que o destino
10Quis que a Rosa e o Fininho
8Dando nó, fizessem ninho
11Quando a história aconteceu:
7Ela é de Lisboa
7E ele é do Porto
8Se a música é boa
8Quase nunca dá pro torto
7Assim ninguém destoa
7Nem sente desconforto
8Se a música é boa
8Quase nunca dá pro torto
12O Chico disse-lhe toca-me um fado
9Ela arrancou um trinado
9Ele exclamou “deixa ser eu!”
5E do seu peito
7Saiu tal canto perfeito
8Rosa suspirou sem jeito
8“Ai Jesus que estou no Céu!”
9E assim o Chico cantava
8Ela só acompanhava
8E a fama apareceu
5Hoje a Rosa
8Compõe música e prosa
9E é talvez a mais famosa
7Guitarrista do liceu
7Ela é de Lisboa
7E ele é do Porto
8Se a música é boa
8Quase nunca dá pro torto
7Assim ninguém destoa
7Nem sente desconforto
8Se a música é boa
8Quase nunca dá pro torto