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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1]

11A minha líbido é tão sensível
14E quando vibra faz-me um homem tão incrível
14O meu corpo nao é capa pró teu livro mas
16Vou ensinar-te o que é sexo à moda antiga
10Eu nem digo, dou duas sem tirar
13Quem sabe até tiro antes de acabar
14Eu quero deixar claro tudo o que é de mim
13E só depois de estar em paz eu posso dar
[Refrão]

6Embora, agora
12Que a líbido trouxe a morte aqui
[Verso 2]

9"Olá!", que homem tão amável
16Traz um sorriso indeciso que achei agradável
8Mas não me sai da cabeça
13Quem uma voz na sua tenha dito "tenta"
12Protejo as costas evidentemente
12Sem humilhar respeito toda a gente
14Eu quero deixar claro tudo o que é de mim
13E só depois de estar em paz eu posso dar
[Refrão]

6Embora, agora
12Que a líbido trouxe a morte aqui
6Embora, agora
12Que a líbido trouxe a morte aqui
3Eu não dou

[Verso 3]

7Passei nas costas da lei
14Mas deu-me alento p'ra micar a carne rija
13Neste aquário azul do azulejo
15Um estranho peixe pratica um estranho beijo
11Outra imagem como no cinema
11A porta preta prenha de omissões
14Eu quero deixar claro tudo o que é de mim
13E só depois de estar em paz eu posso dar
[Refrão]

6Embora, agora
12Que a líbido trouxe a morte aqui
6Embora, agora
12Que a líbido trouxe a morte aqui
3Já não dou
[Verso 4]

6Mal, mal, tudo igual
12Ou tudo bem à parte a falta de sal
11Nesta rave todos seguem a praxe
14E todos trazem a sua cota parte de hash
10"Dá-me lume", diz a doce dama
12"O meu amigo não controla a chama"
13A sua cara foi de quem sacou o jogo
14Eu quero deixar claro tudo o que é de mim
13E só depois de estar em paz eu posso dar

[Refrão]

6Embora, agora
12Que a líbido trouxe a morte aqui
6Embora, agora
12Que a líbido trouxe a morte aqui
3Já não dou