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End rhyme Internal rhyme
[Letra de "Angra" com Ney Matogrosso]

12Angra desolada, dia que não raia
12Barcos submersos, rochas de atalaia
12Redes agonizam pelo chão da praia
13Lemes submissos, dia que não raia azul
14Nuvens de ameaça, lua prisioneira
12Águas assassinas, chuva carpideira
10Volta ao porto o corpo morto
5De outro moço
7Cruz de carne e osso
7Que tentou fugir no mar
14Asas invisíveis sobre o meu silêncio
14Facas dirigidas contra o que eu não tento
8E hoje o mar de Angra
6Sangra dos meus olhos
8Precipício aberto
8De onde me arrebento