13Dorme o sol à flor do Chi co, mei o-dia
14Tudo esbar ra embriagado de seu lume
13Dorme ponte, Pernambuco, Rio, Bahi a
14Sóvigia um ponto ne gro: o meu ciúme
12O ciúme lançou sua flecha preta
12Ese viu feri do justo na garganta
12Quem nem alegre nem triste nempoeta
13Entre Petrolina e Juazeiro canta
8Velho Chico vens de Minas
16De onde o oculto do mistério se escondeu
14Sei que o levas todo em ti, não me ensinas
9E eu sou só, eu só, eusó, eu
12Juazeiro, nem te lem bras dessa tarde
12Petrolina, nem chegas te a perceber
13Mas, na voz que canta tudo a inda arde
12Tudo é perda, tudo quer buscar, cadê
12Tanta gente canta, tan ta gente cala
12Tantas almas esticadas no curtume
13Sobretoda es trada, sobre toda sala
13Paira, monstruosa, a sombra do ciúme
14Tu
13Dorme ponte, Pernambuco, Ri
14Só
12O ciúme lan
12E
12Quem nem alegre nem triste nem
13En
8Ve
16De onde o oculto do mistério se es
14
9E eu sou só, eu só, eu
12Jua
12Petro
13Mas, na voz que can
12Tudo é per
12Tanta gente can
12
13Sobre
13Paira, monstruo