[Verso 1]
19E ago
ra que não há mais nada a esconder,
do que fugimos?
20Se tudo entre nós se es
clareceu,
não há porque
nos evitarmos
18O es
curo do meu quarto acendeu os de
sejos proibidos
21O es
cudo dos seus lábios se rendeu ao desfecho inevitável
[Refrão]
15Não há
por que fingir, não há do que se enver
gonhar
14Não há
por que mentir, coragem é poder
mostrar
16Verdade traz
felicidade, a re
alidadе também
[Verso 2]
17Os fatos reve
lados e o vеneno de um
medo constrangi
do
20Os dados combinados
nesse feltro verde, um lance favorá
vel
20Retratos
enfurnados na gaveta co
mo bilhetes mal escri
tos
20O rasgo
nesse peito imperfeito tão huma
no e miserável
[Refrão]
15Não há
por que fingir, não há do que se enver
gonhar
14Não há
por que mentir, coragem é poder
mostrar
17Ver
dade traz felicida
de, a realidade também
[Ponte]
16O
lhar para o espelho e ver o que há
por dentro
13Sangrar um mar vermelho ou secar
no vento
18Palavras engasgadas su
focaram a von
tade de pe
dir
13Os pás
saros voaram já faz mui
to tempo
14O ve
lho calendário parou em dezembro
18Palavras sufo
cadas engasgaram a vonta
de de sentir
[Refrão]
15Não há
por que fingir, não há do que se enver
gonhar
14Não há
por que mentir, coragem é poder
mostrar
17Ver
dade traz felicida
de, a realidade também