[Verso 1: Mundo Segundo]
10Recordo as co
linas do monte
8Do para
peito da ponte
17E consigo avistar muito para lá
do horizonte
13Faleicomguerreiros, magos
efeitiçeiros
11Que me acompanha
ram no caminho
9Sempre comsá
bios conselhos
17Tive o prazer de
experimentar as mais
vastas poções
10Partilhar as
mesmas substânci
as
5Mesmas e
quações
12En
trar nas portas dos mais nobres cas
telos
22Visitar as su
as muralhas e o poder de todos
os seus misté
rios
13Constante nómada nes
te mundo i
menso
18Cava
leiros do apocalipse, le
gião à qual per
tenço
15Poesia pura, minha eterna arma
dura
9Quando todo mal se re
úne
9Só tu me forneces a
cura
8Sabedoria an
cestral
8Obra de arte or
questral
16Clássico num instrumen
tal como arte parietal
18Por
tador do per
gaminho que anuncia
a boa nova
8Da comunhão entre
povos
10Todo um uni
verso engloba
[Refrão: Expeão]
9As
cendo, acendo in
censo
8Dentro do templo, con
templo
9A maravilha da cri
ação
14E
a mente abre, testemunho um mi
lagre
8Da areia
até ao mar
10Da
semente até
à árvore
9Ascendo, acendo in
censo
8Dentro do templo, contemplo
6Em apreci
ação
14E
a mente abre, testemunho um mi
lagre
8Da areia
até ao mar
10Da
semente até à árvore
[Verso 2: Expeão]
17Toda
vida tive que ir contra a mi
nha família
9Para
ser o que eu que
ria
8Fa
zer o que eu sen
tia
13Ouvi
o chamamento e fu
gi para ti
12Pro
curei a chave da
felicidade
6Co
mo o rei David
10A
inocên
cia não rea
vi
14Busco a
substância, nunca a
utopia
12Porque mais vale o auto-estí
mulo
10Amor próprio, sabedo
ria
16Do que armas de fogo que deixam marcas de ó
dio
7Para toda a
vida
14Um dia, abrir-se-
ão as portas da
perceção
11Irás
ver um milagre da
criação
12Nunca fugi, cor
ri na tua
direção
10Não
quero o galar
dão dos homens
5Não
sigo ordens
9A minha fé mo
ve montanhas
10Torna sonhos em re
alidade
12Mesmo no limiar da di
ficuldade
17Já estava escrito o
meu nome no livro da
vida
14O veredicto do ventre até à már
more
[Refrão: Expeão]
9As
cendo, acendo in
censo
8Dentro do templo, con
templo
9A maravilha da cri
ação
14E
a mente abre, testemunho um mi
lagre
8Da areia
até ao mar
10Da
semente até
à árvore
9Ascendo, acendo in
censo
8Dentro do templo, contemplo
6Em apreci
ação
14E
a mente abre, testemunho um mi
lagre
8Da areia
até ao mar
10Da
semente até à árvore
[Verso 3: Mundo Segundo]
15Eu vi o sol nascer com um sor
riso nos lábios
16Mas também
vi escravos em barcos se
rem condenados
17Pelo poder e ganância constante
do semelhante
23Que
deixou perder a rele
vância do que re
almente e
ra importante
17A inveja por
sua vez levou o ho
mem à ruína
18A
mante da cobiça e tu
do aquilo
que a fascina
8Jurou in
fidelidade
10Em troca das mais
vastas riquezas
10Mas o poder a
trai a serpente
10E um vasto rol
de incerteza
15Todo ser morre sozinho, rode
ado de nada
11Tarde demais quando
se apercebeu
12Da
rota que lhes estava
destinada
17Esta é a
chave da ver
dade há muito
escondida
13O dinheiro não
compra a felicidade
8Só qua
lidade de vida
7Qualida
de por vezes
7É razão
de conflito
19Invasão de territó
rios deste planeta on
de habito
15Coexisto algures entre os céus
e as trevas
18Onde homens exploram as
mais puras e natu
rais reservas
[Refrão: Expeão]
9As
cendo, acendo in
censo
8Dentro do templo, con
templo
9A maravilha da cri
ação
14E
a mente abre, testemunho um mi
lagre
8Da a
reia
até
ao mar
10Da
semente até
à árvore
9Ascen
do, acendo in
censo
8Dentro do templo, contemplo
6Em apreci
ação
14E
a mente abre, testemunho um mi
lagre
8Da areia
até ao mar
10Da
semente até
à árvore
9Ascendo,
acendo in
censo
8Dentro do templo, con
templo
9A maravilha da cri
ação
14E
a mente abre, testemunho um mi
lagre
8Da areia
até ao mar
10Da
semente até
à árvore
9Ascendo, acendo in
censo
8Dentro do templo, contemplo
6Em apreci
ação
14E
a mente abre, testemunho um mi
lagre
8Da areia
até ao mar
10Da
semente até à árvore