Mundo-segundo Abencoados

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1: Zero]

9Parei um tempo para pensar
7Realcei um motivo
19Fotografia diária retrata sempre este ar vivo
14Horizonte distinto é o pano de fundo
16Correm lágrimas de tinta deixam marcas neste mundo
18Sacrifício por vezes deixa-me um pouco irritado
18Espalho a semente no campo em busca do resultado
16Acendalha inflamada queima as vozes de raiva
18Troco um caderno contigo só tens de baixar essa naifa
9Junta os pedaços, confia
7Magistral companhia
19Alcoolizando a sensação como a fruta na sangria
17Esterilizando contra boicotes de fases maradas
15Situações mal amadas podem ser retocadas
17Projeção de afinidade com o trabalho suado
18A visão eleva a obra do projeto estruturado
16Arquiteto sobre sonhos possíveis de realizar
17Abre fogo ao egoísmo rende apenas partilhar
[Refrão: Mundo Segundo]

15Da cidade de ouro ao arco da porta nova
12Desde sempre muito antes de ser moda
12Abençoados contra quem pragas roga
14Inconformados aqui ninguém se acomoda

15Da cidade de ouro ao arco da porta nova
12Desde sempre muito antes de ser moda
12Abençoados contra quem pragas roga
14Inconformados aqui ninguém se acomoda
[Verso 2: Alado]

18Sou prisioneiro uma alma vazia em movimento
18Não existe batimento nem sombra de qualquer sentimento
13Sou um puzzle onde não vês qualquer imagem
19A falta de takes fechados faz de mim uma curta-metragem
16Sou cinema onde a película não vive em ti
16A nota em tempo certo na melodia escrevi
19A cidade abre portas enquanto uma névoa dourada
19Brilho nos olhos seja qual for a miragem ovacionada
16Pôr escudos em palavras onde bate conformismo
16Química traz a poção, uma folha de eufemismo
14Que paira e grava mecanismo encoberto
17Memórias são incertas não possuímos peso certo
15Desperto pelo verso pelo medo sufocado
16A forca deu o laço na guilhotina torturado
17O desejo fica longe em terreno sempre incerto
19Ainda está longe mas hoje sinto-me um pouco mais perto
[Refrão: Mundo Segundo]

15Da cidade de ouro ao arco da porta nova
12Desde sempre muito antes de ser moda
12Abençoados contra quem pragas roga
14Inconformados aqui ninguém se acomoda

15Da cidade de ouro ao arco da porta nova
12Desde sempre muito antes de ser moda
12Abençoados contra quem pragas roga
14Inconformados aqui ninguém se acomoda
[Verso 3: Mundo Segundo]

8Mundo Segundo piso dois
19Nunca deixei para amanhã aquilo que posso fazer hoje
6Sem papas na língua
15A minha gente é de uma diferente ginga
17Numa sociedade onde a integridade minga
16Se vives encarcerado no sonho americano
5Acorda mano
8Em pleno sol lusitano
42010 é o ano
16Volto obeso com mais peso, coeso mais maduro
17Posso dar-te umas luzes mas não prever o teu futuro
19Ciência incomparável alimento o insaciável
20Viabilizo o inviável antecipo o inadiável
18Estendo a mão a quem posso mesmo sem um tostão no bolso
13Outros têm o triplo e fazem olho grosso
15Moço ganha juízo não tens o que é preciso
17Valores e princípios só aumentas o prejuízo
16Estrelas só no céu que hoje se encontra nublado
20Aparência e aparato é algo que nos passa ao lado

[Refrão: Mundo Segundo]

15Da cidade de ouro ao arco da porta nova
12Desde sempre muito antes de ser moda
12Abençoados contra quem pragas roga
14Inconformados aqui ninguém se acomoda
15Da cidade de ouro ao arco da porta nova
12Desde sempre muito antes de ser moda
12Abençoados contra quem pragas roga
14Inconformados aqui ninguém se acomoda