[Verso 1]
13Muita gente gostava de
nos ver na merda
8De fracas
sar e vacilar
8Sem ter for
ça de reserva
17Espiarumaconversa, instalar a
controvérsia
18Verem-te passar fome na extremidade
damiséria
8Foderem-nos pelos
costas
11Fazerem das nossas vidas assunto
4Ane
dotas
15Barrarem a saída,
fecharem todas as
portas
9Há quem prefi
ra nos ver pedir
6Do
que nos ver subir
20Se pudessem
até o nosso próprio teto vi
riam demolir
4Qual
a razão?
8Ninguém sabe bem
ao certo
15Do [?] agudos pairam sobre este céu encoberto
7Minam os nos
sos passos
8Tentam
nos cortar os braços
17Davam
tudo para nos ver fazer figura
de palhaços
19Tanta ga
nância e cobiça, de
sigualdade, injus
tiça
16Por
quê fodes o próximo sem direito ou pre
missa
18Ba
talha infi
nita travada em dois diferentes
mundos
15Os quais abandonamos numa questão de se
gundos
[Refrão]
17Como tudo nesta vida tem um
início e
um fim
16Mano
segue o teu destino e não esperes
por mim
12Agarra a o
portunidade certa
17Que a minha porta para ti, sempre esta
rá aberta
12Eu vi [?]
olhos que a
terra há de comer
9Quem
nos quer bem, quem nos quer
foder
16É um fardo pesa
do, que não pode ser
ignorado
14O ódi
o que não desiste em nos en
volver
[Verso 2]
5Por outro
lado
9Há quem os ame e respeite
16E da forma que és, é da forma
que serás aceite
19Há
sempre alguém que nos i
lumina com al
go que nos fascina
19Alguém
que reconhece uma simples e
solitári
a linha
17São es
sas pessoas que enri
quecem o quotidiano
16E nos ajudam a ver a gran
deza de ser hu
mano
14A cru
eza de um mano que nos aconse
lha
12Quando
a parte branca
dos nossos olhos
11Se encontra raiada e verme
lha
9Porque
na face do
abismo
7Poucos esten
dem a mão
17Es
ses poucos para mim são homens com eterna
ascensão
10Amigos nem sempre nos
dão razão
8Mas sempre nos dão
ouvidos
12Quase
extintos nesta selva
de betão
10Vosso apreço é in
finito
11Inspira um mundo mais pa
cífico
18Mais rico que qualquer descoberta no campo cien
tífico
13Obrigado, a
palavra é mag
nífico
18Pe
la paz que diariamente trazem ao meu es
pírito
[Refrão]
17Como tudo nesta vida tem um
início e
um fim
16Mano
segue o teu destino e não esperes
por mim
12Agarra a o
portunidade certa
17Que a minha porta para ti, sempre esta
rá aberta
12Eu vi [?]
olhos que a
terra há de comer
9Quem nos quer bem, quem nos quer
foder
16É um fardo pesado, que não pode ser
ignorado
14O ódio que não desiste em nos en
volver
17Como tudo nesta vida tem um
início e
um fim
16Mano segue o teu destino e não esperes
por mim
12Agarra a o
portunidade certa
17Que a minha porta para ti, sempre esta
rá aberta
12Eu vi [?]
olhos que a
terra há de comer
9Quem
nos quer bem, quem nos quer
foder
16É um fardo pesa
do, que não pode ser
ignorado
14O ódi
o que não desiste em nos envolver