[Skit]
4Sh sh sh sh
9Com calma, com calma, com
calma
4Ah, fo
da-se!
4Que é que foi?
5Ah, aleijei-me..
17Corta a
í,cortaa
í, corta ave
dação, rá
pido
12Já 'tá corta
da, passa agora,
passa!
22Oh, Serial, leva o saco, le
va este saco, le
va este saaco..!
6Já está,
caralho!
[Verso 1]
8Não somos inde
pendentes
11Mas va
mos deixar de ser dependentes
17De gentes que não nos
quiserem deixar ir para
a frente
10Subtilmente como o Ma
nuel
20Prudente
mente infiltrado em preparativos previ
amente..
13Obivamente, não fica nada
cá dentro
13De dentro p'a fora, esvaziamos tu
do
11Não pagamos e viemos embora
8Outros 'tão feitos con
nosco
14Também vêm connosco pa
ra um espaço
nosso
8Não têm futuro con
vosco
16Serial, estacionou
a carrinha no armazém
19Enquanto eu vou ao escritó
rio sacar a pas
ta todinha
8Tudo nos
so, nada vos
so
22Tinha que tirar isto
da minha p'a poder
meter na tua ca
becinha
[Verso 2]
15Paredes
deitadas a
baixo, enquanto en
caixo
14A kalashni
kov debaixo do braço, no
coldre
11Se
rial saca as cha
ves do Porsche
13Presto? Con
tacto, arma a bomba no
cofre
16Os cães da
nados atacam,
pão nosso roubamos
hoje
15Do vosso, des
pojamos hoje, começamos
hoje
12Independênci
a, arrancamos
hoje
7Cons
truímos a
manhã
15Nós próprios conhece
mos o que valemos,
hã (hã)
16Ti
ras o guna da rua, mas não a rua do
guna
14Amarramos patrões com cabeças na coluna
14Es
te é o som, tão bom, excita a mul
tidão
15Como um furacão,
arrasamos a insti
tuição
[Refrão]
17Destacamo-nos do
resto, com este nosso mani
festo
15Esta
mos neste meio, des
de sempre, sem re
ceio
8Di
zemos o que
queremos
10Fa
zemos o que temos
de fazer
8Verda
deiros até
morrer
17Destacamo-
nos do resto, com este nosso ma
nifesto
15Esta
mos neste meio, des
de sempre, sem
receio
8Di
zemos o que
queremos
10Fa
zemos o que temos
de fazer
8Verdadeiros até morrer
[Verso 3]
14A consola é grande, temos a noite toda
16'Pera, ouvi ba
rulho segura aí na co
luna
13Vou ver, deixa, não é nada, alarme falso
18Devia ser um gato num telhado que deu um
salto maior
19Do que aquele que vamos dar quan
do acabar
a operação
14Bom
bear a transfusão, bombar
dear em ação
10Re
tirar a po
ção do caldeirão
19Abanar a
licerces do castelo,
virar o tapete do chão
15As cartas,
agora, adivi
nha quem é que
as dá
13Até te far
tas, sobra e chega, 'ta
mos cá
14Como quem
cobra, completamos a nossa
obra
16P'ra que a gera possa mostrar
toda a sua
força
[Verso 4]
13Ima
gina quem temos como a
liados
6Nossos con
vidados
20Adi
vinha quem mantém nas su
periores to
dos os estádios
15E de to
dos os bairros, vêm gajos
para ajudar
13Afinal, há muito peso
para carregar
9Limpa
mos a culpa dos ombros
8Não há des
culpas, são rombos
13Neste sistema, que nos rouba sem estrondos
12Dá-los, nós
vamos, pode
ser que deixemos
8As palavras
p'a lutarmos
13Somos a maté
ria prima
deste meio
9Mas
é sempre a me'ma sina
17Que nos es
preita, a quem roka, a quem rima,
a quem toca
18A quem penhora a
sua vida
por aquilo
que adora
11Tudo na carrinha? Da
mos o fora
[Refrão]
17Destacamo-nos do
resto, com este nosso mani
festo
15Esta
mos neste meio, des
de sempre, sem re
ceio
8Di
zemos o que
queremos
10Fa
zemos o que temos
de fazer
8Verda
deiros até
morrer
17Destacamo-
nos do resto, com este nosso ma
nifesto
15Esta
mos neste meio, des
de sempre, sem
receio
8Di
zemos o que
queremos
10Fa
zemos o que temos
de fazer
8Verdadeiros até morrer
[Interlúdio]
11'Tamos fartos,
de ver o que é
nosso
11Ser
usado para proveito
vosso
11'Tamos fartos,
de ver o que é
nosso
11Ser criticado pelo gosto
vosso
12Julgado pelo conhecimento
vosso
11'Tamos fartos, de ver o que é
nosso
10P'ra chegar, p'ra dar vida ao
nosso
[Refrão]
17Destacamo-nos do
resto, com este nosso mani
festo
15Esta
mos neste meio, des
de sempre, sem re
ceio
8Di
zemos o que queremos
10Fa
zemos o que temos de
fazer
8Verda
deiros até
morrer
17Destacamo-
nos do resto, com este nosso ma
nifesto
15Esta
mos neste meio, des
de sempre, sem
receio
8Di
zemos o que queremos
10Fa
zemos o que temos de
fazer
8Verdadeiros até morrer
17Destacamo-
nos do resto, com este nosso ma
nifesto
15Esta
mos neste meio, des
de sempre, sem
receio
8Di
zemos o
que queremos
10Fa
zemos o
que temos de
fazer
8Verdadeiros até morrer
17Destacamo-
nos do resto, com este nosso ma
nifesto
15Esta
mos neste meio, des
de sempre, sem
receio
8Di
zemos o que queremos
10Fa
zemos o que temos de
fazer
8Verdadeiros até morrer