[Verso 1: Ace]
15Eu sou a
quele que não viste, ou de quem fu
giste
15Que no meio da confusão
entretanto per
deste
14P'ra quem nunca sorriste, a quem nunca ligaste
15Ou que calaste, trataste como lixo, um
traste
17Agora
que me encon
traste mudaste de opi
nião
18Já não sou o
atrevido, convencido, armado em
machão
13Dei
tei-me, deitaste, toquei-te, abra
çaste
14Tentei ir mais lon
ge, e tu cru
el recu
saste
14Não sou como os outros, não
te quero só usar
15Sinto-me tentado a
contigo a vida
passar
17Quero estar contigo,
pensa em mim como um a
migo
14O
lha para mim, deixa em paz o teu um
bigo
[Verso 2: Mundo Segundo]
8Houve quem já
me dissesse
13"
desiste, esquece, ela não
te merece"
14Mas
isto não desa
parece e permanece
18Não des
vanece o que eu sinto, aliás, des
culpa minto
19Fi
quei um bocado tonto com aquela garrafa
de Absinto
16Nunca pensei que me pudesse envolver
assim tanto
[Verso 3: Fuse]
12Trataste-me como um
trapo rasgado
6De
um qualquer manto
12Velho, caído vejo-
me ao espelho
16Um rosto, uma face, mesmo assim
não reconheço
16O que reflecte, será que
achas que não te mereço
14Tanta linha escrevi, tanto
verso dediquei
5Não te encontrei
7Nem sei
como aguentei
[Refrão]
15Eu
sou aquele que não vis
te, que deixaste
triste
13Que não ou
viste ou até de quem fu
giste
11Sem
ti penso o que seria
de mim
12Sim, sem
ti estaria
mais perto do
fim
15Eu
sou aquele que não vis
te, que deixaste triste
13Que não ou
viste ou até de quem fu
giste
11Sem ti penso
o que seria
de mim
12Sim, sem ti esta
ria mais perto do
fim
[Verso 4: Presto]
17Andei per
dido, confun
dido, comple
tamente à toa
19Em
pensamento percorri
o mundo de Lisboa até
Goa
17Vi
ajei pelo hemisfé
rio sul, fui ao Po
lo Norte
17Não te esqueci
a, o que eu sentia era
bem forte
17Sorte a
minha que agora te encontrei final
mente
17O sorriso voltou, estou radiante, super con
tente
17Definitivamente não te lar
go, juro estou
tão bem
17Metade daquilo que sou devo-o
a ti,
a mais nin
guém
20Quando
te via nas mãos de outros, na su
a boca e compa
nhia
19Mordia a língua
de raiva e es
quecia e ace
dia
16Agora sei confiante, nunca
mais vamos aca
bar
20Porque a mu
sica é algo de que
nunca hei de deixar de gostar
[Verso 5: Fuse]
20Eu sou aquele a quem simplesmente, não atacas
te só na mente
18Cor
respondente com o sonhar de ser teu e
terno amante
18Quebrei celibato, es
quecer-te é boato, sou teu re
fém
20És o meu santu
ário, por ti
me mato e vol
tarei do A
lém
20Penitência, és a clemência, choro a tua au
sência
20Na minha consciên
cia, amar-
te é a minha confi
dência
[Verso 6: Mundo Segundo]
18Rene
gaste-me, feriste-me, atin
giste-me no co
ração
18Tanto me en
ganaste que che
gaste ao limite de
traição
20Arrependida do teu erro recuaste,
deste um passo
atrás
18Recordaste as horas
boas e esqueceste as ho
ras más
16“És
um ás!” disses
te-me, sussurrando-me ao
ouvido
20E ao fim de todos estes anos finalmente gravei-me
contigo
[Refrão]
15Eu
sou aquele que não vis
te, que deixaste
triste
13Que não ou
viste ou até de quem fu
giste
11Sem
ti penso o que seria
de mim
12Sim, sem
ti estaria
mais perto do
fim
15Eu
sou aquele que não vis
te, que deixaste triste
13Que não ou
viste ou até de quem fu
giste
11Sem ti penso o que seria
de mim
12Sim, sem
ti estaria mais perto do
fim
15Eu
sou aquele que não vis
te, que deixaste triste
13Que não ou
viste ou até de quem fu
giste
11Sem ti penso
o que seria
de mim
12Sim, sem ti esta
ria mais perto do
fim