Miguel-araujo Elogio Da Preguica

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1]

8Ócio ou negócio?
6Posso ou não posso?
9Peso, meço, preso ao prazo
12Eu prezo o prazer de não fazer caso
6Viço ou preguiça?
8cio ou ofício?
8Dedico-me ou abdico?
21Ao comprido me estico e remeto mais este caso ao acaso
[Pré-Refrão]

13Viver é ver o sol morrer no azul do mar
11Saber andar é saber deixar andar
[Refrão]

6Não há nada, nada
11Não há nada como não fazer nada
6Nada, não há nada
11Não há nada como não fazer nada
[Verso 2]

7Amanso ou avanço?
7Aceito ou declino?
6A qual me inclino?
23Reclino o encosto e com gosto a um eterno agosto me entrego
5Luta ou leito?
7Labuta ou deleite?
5Leve, me levo
20Demito-me logo ou delego em alguém e a mim me relego

[Pré-Refrão]

13Viver é ver o sol morrer no azul do mar
11Saber andar é saber deixar andar
[Refrão]

6Não há nada, nada
11Não há nada como não fazer nada
6Nada, não há nada
11Não há nada como não fazer nada
[Ponte]

9Fumigo em mim a formiga
11Fumo um cigarro, sigo cigarra
18Sou Nero de lira em delírio por ver tudo a arder
2Em paz
[Refrão]

6Não há nada, nada
11Não há nada como não fazer nada
6Nada, não há nada
11Não há nada como não fazer nada