Martinho-da-vila Chico Rei

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11Vivia no litoral africano
18Uma régia tribo ordeira cujo rei era símbolo
16De uma terra laboriosa e hospitaleira
13Um dia, essa tranqüilidade sucumbiu
11Quando os portugueses invadiram
6Capturando homens
11Para fazê-los escravos no Brasil
9Na viagem agonizante
9Houve gritos alucinantes
5Lamentos de dor
11Ô, ô, ô adeus, Baobá, ô, ô, ô
11Ô, ô, ô adeus, meu Bengo, eu já vou
10Ao longe, Minas jamais ouvia
9Quando o rei mais confiante
17Jurou à sua gente que um dia os libertaria
10Chegando ao Rio de Janeiro
8No mercado de escravos
9Um rico fidalgo os comprou
10E para Vila Rica os levou
10A idéia do rei foi genial
14Esconder o pó de ouro entre os cabelos
7Assim fez seu pessoal
14Todas as noites quando das minas regressavam
15Iam à igreja e suas cabeças banhavam
13Era o ouro depositado na pia
14E guardado em outro lugar com garantia
11Até completar a importância
10Para comprar suas alforrias
12Foram libertos cada um por sua vez
7E assim foi que o rei
11Sob o sol da liberdade trabalhou
11E um pouco de terra ele comprou
10Descobrindo ouro enriqueceu
10Escolheu o nome de Francisco
11E ao catolicismo se converteu
13No ponto mais alto da cidade, Chico Rei
8Com seu espírito de luz
10Mandou construir uma igreja
6E a denominou
12Santa Efigênia do Alto da Cruz